4.4.08

NOTICIAS SOBRE ESQUIZOFRENIA

O blog PACIENTE PSIQUIÁTRICO sempre preocupado em manter informado seus leitores sobre doenças mentais dispõe para todos mais essa reportagem, como sempre feita pelos estrangeiros, já que os brasileiros não se preocupam em pesquisar nada. CLIQUE AQUI e veja a notícia na Folha Online.

31.3.08

SAUDE MENTAL EM CRISE

O constante vai-e-vem de psiquiatras desestabiliza o tratamento no serviço público de saúde mental. Um psiquiatra prescreve um remédio e pouco depois vai trabalhar em outro hospital para ganhar mais. Isso mostra a falta de compromisso do médico. Daí vem outro psiquiatra e simplesmente muda o remédio de novo. Um psiquiatra coloca um diagnóstico e logo chega outro psiquiatra e muda esse diagnóstico! Com a mudança nos diagnósticos vêm as mudanças no CID (Código Internacional de Doença) de cada paciente. Enfim, parece que não existe um padrão de tratamento na psiquiatria do serviço público. Falta ordem e organização. E isso tem irritado os impacientes pacientes.



Em uma época em que os psiquiatras colocam muita importância nos remédios, profissionais do serviço público de saúde mental acabam se esquecendo de que o acompanhamento próximo do paciente é o mais importante (do contrário o médico não seria necessário e poderíamos comprar remédios em máquinas nas ruas, como compramos refrigerantes.)



O acompanhamento que é o mais importante acaba sendo colocado em segundo plano. Me surpreende como algumas pessoas que tomam mais de 5 comprimidos por dia só recebem acompanhamento de 15 em 15 dias, ou apenas um acompanhamento mensal, quando deveriam ter acompanhamento, no mínimo 3 vezes por semana! Sem acompanhamento as pessoas entram em crise mesmo tomando remédio. E os profissionais tentam achar falha na forma em que a pessoa toma o remédio, tentando colocar uma aparência de infalível no remédio, como se a falta de remédio fosse a única justificativa para as crises.


Quando um paciente toma uma alta quantidade de remédios o acompanhamento deve ser maior, pois devido a alta quantidade de remédios o risco da pessoa tomar o remédio errado por acidente é muito grande, e uma ingestão errada de remédios é um grande risco para a saúde (isso explica o alto número de mortes por overdose!)



As pessoas deveriam procurar tratamento das doenças e transtornos mentais para levar uma vida melhor. Mas as pessoas não fazem isso, pois as pessoas têm vergonha de dizer que se tratam de doença mental, pois doença mental é vista como coisa feia e má, e isso graças aos preconceitos levantados pelos próprios psiquiatras. Os psiquiatras forenses, por exemplo, falam que os sociopatas e psicopatas são maus por natureza. E essa maldade do psicopata acaba sendo vista como uma maldade da doença mental em geral. (Pois por mais que os psiquiatras tentem separar os psicopatas e sociopatas dos outros doentes mentais, tudo isso é tratado por psiquiatras!) Por isso as pessoas têm vergonha de admitir a idéia de ter uma doença mental.


E o familiar também precisa de tratamento, e não deveria ter vergonha disso. De vez em quando um familiar fica emocionado ao descrever a crise de um paciente, às vezes, o familiar, ao falar do paciente, omite coisas ou até mente por vergonha, os profissionais de saúde deveriam explicar com clareza para esses familiares de que eles precisam de tratamento, e que se tratar não é vergonha. Pelo contrário: não se tratar quando precisa de tratamento é vergonha.
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24.3.08

ODIO E DISCRIMINACAO

Eu digo o tempo todo "está faltando técnica na psiquiatria! Está faltando ciência! Os diagnósticos se baseiam mais em idéias pré-concebidas do que em técnica!"

Eu gostaria de deixar um exemplo de falta de técnica da parte de um psiquiatra forense do qual já falei aqui: o "doutor" guido Palomba. (clique no marcador psiquiatra_exibido e veja outra reportagem desse "doutor".) Ele faz seus comentários sobre o caso da torturadora Silvia Calabresi. Como sempre seus comentários são cheios de preconceito. Ele desmente a idéia de que Silvia se tornou torturadora por ter sido também torturada na infância e praticamente diz que ela estava predestinada a ser torturadora.

Doutor, onde você vê ciência nisso? Doutor, você fala como um fanático, e não como um homem de ciência. Eu observo que você chega a falar com um certo desprezo. Doutor, o senhor fala mais com ódio do que com ciência. Você não sabia, doutor, que achar que alguém está predestinado a ser mal parece mais fanatismo daqueles que queimavam bruxas no passado? Doutor, existe explicação científica para tudo. Ninguém é mal porque tem que ser mal. Com o tempo o senhor aprenderá, doutor.

Veja abaixo o vídeo com a história da torturadora e do doutor que gosta de falar na TV, mas que nunca vê solução para os "doentes". (Por que esse doutor não muda de profissão? Hum, deve ser muito bom fazer cara de inteligente e falar na TV...)



Esse problema seria resolvido se os doutores entrassem mais em contato direto com os pacientes e menos em contato e menos em contato com teorias. O problema se agrava com doutores que só fazem palestras e se exibem na TV. Não importa o quão bem intencionados eles estejam. Entrar em contato com os pacientes o máximo de tempo possível seria o melhor treinamento para que eles realmente pudessem entender alguma coisa sobre saúde mental.

No dia 26 de Março (quarta-feira) às 14:00 horas, novamente haverá uma palestra. Nessa palestra profissionais (políticos) da saúde falarão de como as propostas deles de levar informática para as instituições psiquiátricas beneficiaram os pacientes psiquiátricos (quando na verdade tudo deu certo na informática na saúde mental graças a profissionais da ONG CDI).

8.3.08

A FAVOR DO TRATAMENTO

Na história da Luta Antimanicomial existe um homem chamado Moisés. Esse homem é um herói da Luta Antimanicomial. Esse homem viveu mais de quarenta anos de sua vida internado e depois foi enfim libertado e chegou a receber alta dos medicamentos. E ele fala dessa alta com muito orgulho. Ele canta essa alta e agradeçe a Deus por isso. Diz que está curado em nome de Jesus. Ele diz que já está há mais de uma década sem tomar remédio, de alta. Agora imagine se acontecesse o seguinte com o Moisés: imagine se chegasse um "doutor" e falasse para ele "Hum... acho que você não está com o diagnóstico certo. Vou mudar seu remédio e seu diagnóstico!" Se aparecesse tal médico com certeza a história de Moisés seria diferente. Pense. Moisés está há décadas sem crises. Será que se ele estivesse tomando remédio ele estaria sem ter crises?

Essa é uma pergunta muito séria para fazer aos doutores. Os profissionais de saúde que vivem repetindo que as pessoas em tratamento psiquiátrico devem tomar remédio para sempre senão entram em crise. A pessoa entra em crise porque fica desesperada, pois o remédio causa os mais estranhos efeitos colaterais, e porque dizem para esse paciente que ele vai ter que tomar remédio pelo resto da vida, e que não tem saida. E a mesmo tempo ele não percebe nenhum efeito positivo por causa do remédio. Muito pelo contrário. A história de Moisés prova que NÃO É VERDADE QUE DOENTE MENTAL TEM QUE TOMAR REMÉDIO PELO RESTO DA VIDA. Eu diria que é o contrário. Sem dúvida Moisés não sofreu mais crises porque ele passou a participar da Luta Antimanicomial e isso serviu de terapia para ele, uma terapia bem melhor que tomar remédio pelo resto da vida.

Há diferentes casos que os doutores desconhecem(ou se conhecem tentam esconder). Existem pessoas que em suas vidas têm UMA CRISE ISOLADA. Começam a tomar remédio e depois param e NUNCA MAIS TEM CRISES. Isso, é claro, prova, MAIS UMA VEZ, que a teoria de que os doentes mentais devem tomar remédio pelo resto da vida é falsa.

É necessário, sim, que as pessoas tenham tratamento e acompanhamanto TODOS OS DIAS DE SUA VIDA. (Ou pelo menos quase todos os dias de sua vida.) Eu sou totalmente contra aquela coisa que os psiquiatras fazem. Eles dizem que o objetivo deles é ressocializar. Ou seja, manter as pessoas indo a serviços como o CAPS por um tempo, para manter a pessoa sob observação. Depois de um tempo eles dizem que a pessoa está ressocializada e diz que a pessoa não precisa mais vir ao CAPS. Eles dizem que a pessoa só precisa falar com o médico de três em três meses e... tomar remédio PELO RESTO DA VIDA. É claro que eu, como usuário de CAPS, vejo que isso NÃO DÁ CERTO. Sabe o que acontece? A pessoa afastada do CAPS entra em crise! E por outro lado aqueles que freqüentam o serviço com regularidade ficam sem ter as crises POR DÉCADAS.

Em resumo: Os políticos da saúde mental dizem que querem ressocializar as pessoas e depois diminuir o acompanhamento(considerado desnecessário após a ressocialização). O problema é que diminuir o acompanhamento resulta em crise. E como eu já mostrei, com acompanhamento, TIRAR O REMÉDIO COMPLETAMENTE NÃO PROVOCA REINCIDÊNCIA DAS CRISES. O problema é que oferecer acompanhamento para as pessoas parece não gerar muito dinheiro para os nossos políticos da saúde.

Vamos fazer um desafio: façam pesquisas sobre esse assunto. Políticos da saúde, retirem totalmente os remédios de todos pacientes que estão bem há mais de três meses sem crises graves, mantenham esses pacientes sob acompanhamento diário (ou quase diário) e COM CERTEZA, a maioria dessas pessoas não terão sequer pequenas crises, E COM CERTEZA TODAS ESSAS PESSOAS SE LIVRARÃO DAS CRISES GRAVES PARA SEMPRE. Isso surtirá mais efeito se os familiares desses pacientes também receberem acompanhamento e tratamento.

DOUTOR, TRATAMENTO É ISSO!!! TRATAMENTO É ACOMPANHAR!!! TRATAMENTO NÃO É DAR REMÉDIO PELO RESTO DA VIDA NÃO!!! EU SOU A FAVOR DO TRATAMENTO, MAIS SOU CONTRA O REMÉDIO PARA TODA VIDA.

28.2.08

EFEITOS DOS REMEDIOS EM MIM

Haloperidol, mais conhecido como Haldol me tirava a vontade de fazer as coisas. Pra não falar que o gosto do Haldol é nauseante. Tirando o prazer que eu sentia em certas tarefas corriqueiras, como exercício físico, por exemplo.

Os médicos dizem que Haldol não dá sono. Isso não é bem verdade. Haldol dá sono, sim. O problema é que o Haldol causa mais apatia do que sono. Por isso a pessoa sente sono de dia, mas não consegue dormir. (Atualização de 06 de março de 2012: Na verdade, os psiquiatras têm razão quando dizem que o haldol não dá sono. O haldol causa uma grande apatia, bem pior do que sono. O haldol torna difícil pensar, enfim, uma camisa de força química.) E uma vez que a pessoa não tem vontade de fazer nada só resta dormir. E a pessoa só consegue dormir a noite...

Haldol em baixas doses me permitia levar uma vida produtiva e prazerosa. Porém Haldol em altas dosagens é terrível!! Além dos efeitos colaterais insuportáveis, toda a vontade de viver da pessoa acaba. Não é depressão. Não. A pessoa não sente vontade de morrer. Apenas não sente nenhum prazer na vida. A vontade de viver é aniquilada. Ao tomar Haldol pela primeira vez eu senti isso. Quando a psiquiatra retirou completamente o Haldol aquele efeito aniquilador(depressivo) passou.

Risperidona, ou Viverdal, ou Risperdal tem gosto amargo, mas não tão ruim. É um remédio que causa sono, por isso eu achei até útil quando tomei (pois precisava de algo para me ajudar a dormir.) Não senti nenhuma apatia com Risperidona, por isso o achei bom, e estava muito satisfeito com a Risperidona e tomei Risperidona até que surgiu um psiquiatra que decidiu que eu deveria tomar lítio. (Atualização 30 de março de 2012: na verdade, a Risperidona é traiçoeira - provoca uma depressão com doses menores que o haldol. Nem posso imaginar a depressão que eu teria que enfrentar com altas doses de Risperidona.)

Lítio, Carbonato de Lítio, me causa os mais estranhos efeitos que eu já experimentei. Dizem que ele é um remédio para transtorno bipolar, mas eu acho que o próprio Lítio é bipolar. Esse estranho remédio só me causou grande agitação desde o começo. E essa agitação súbita foi notada por meus colegas de escola, por exemplo. Tremores incontroláveis também passaram a fazer parte de minha vida, inclusive estragando meus relacionamentos pessoais, pois as pessoas achavam estranhíssimo aqueles meus tremores.

Todos me diziam que eu sempre fora super-calmo, mas que de repente estava tremendo tão estranhamente. (O máximo que eu pude fazer foi explicar que o médico tinha decido que eu tinha que tomar um remédio que causava tudo aquilo, pois assim eu ficaria melhor, de acordo com o médico.)

O Lítio me causava grande agitação, grande descontrole. Com tamanho descontrole dormir se tornou um grande desafio para mim, pois o Lítio me tirava o sono. Outro efeito estranho observado por meus amigos foi a súbita queda de cabelo. De repente meus amigos me perguntaram se eu tinha arrancado os cabelos com as mãos, pois, de acordo com eles, da noite para o dia meus cabelos cairam da forma mais súbita possível!! Os efeitos do Lítio são totalmente peculiares em mim!

Tal remédio me causa agitação quando estou acordado, mas quando eu consigo por fim dormir ele causa uma apatia e uma irritação tão grande quando eu tenho que acordar que mal consigo pensar!!! Por fim, é o remédio bipolar, em um momento causa agitação e no outro causa irritação e apatia. É o remédio do descontrole. Eu posso não ter gostado do Haldol, mas tenho de admitir de que ele ajudava a dormir pelo menos e me deixava calmo. o problema do Lítio é que ele não me serve para nada... ele funciona ao contrário e eu tenho de passar a vida lutando contra seus efeitos negativos, lutando para que esse remédio louco não me coloque em crise.

Você deve estar se perguntando, por que eu não reclamo disso com o meu médico? Ah, meu amigo, antes de começar a tomar esse remédio eu tinha decidido a contar mais sobre minhas crises para o médico psiquiatra. Daí o psiquiatra cismou de que eu sentia um monte de coisas que eu não sentia, cismou de que eu estava mentindo quando eu o chamei para falar com ele. Então para que eu ia falar com um profissional que acha que eu minto sobre o que eu sinto? (Principalmente quando eu tinha começado a falar sobre o que eu sinto voluntariamente.) Ele ia acabar me dando mais um outro remédio que só ia me intoxicar mais ainda.

11.2.08

UM DOS MAIORES GENIOS DO BRASIL

Ontem (domingo, 10/02/2008) no Domingo Espetacular, na Record passou uma excelente reportagem sobre um dos maiores gênios do Brasil. Marcelo Nascimento, chamado de "Maior Vigarista do Brasil" na reportagem. Você se espantará por eu chamá-lo de gênio. Pois bem. Eu o chamo assim porque a criatividade dele está acima da média, ou seja, poucas pessoas no mundo têm a capacidade de criar histórias que ele têm. Apesar dele ter enveredado pelo crime, tenho que admitir que essa habilidade dele é uma qualidade, e não um defeito. Essa grande habilidade de se passar por outras pessoas, a grande habilidade de aprender. (Ele aprendeu a dirigir avião, por exemplo, muito bem!!!) Bem, os psiquiatras que o avaliaram o chamaram de narcisista e de outras coisas... já vou falar desses psiquiatras!... O que eu pude observar nesses psiquiatras (que você vai ver no Youtube abaixo) foi que eles têm é pura inveja desse rapaz. E eu entendo, pois eu também tenho inveja desse gênio. O jovem "vigarista" disse que está arrependido. Bem, mesmo ele sendo um famoso mentiroso, eu dou um voto de confiança para ele. Porém é claro que o psiquiatra forense não deu nenhum voto de confiança. Aí é que está o problema desses psiquiatras. Eles não querem dar voto de confiança para ninguém. Disseram que o Marcelo Nascimento é incurável. A minha pergunta para esse psiquiatra é a seguinte: se "doentes" como esse Marcelo Nascimento são incuráveis, para que serve sua profissão, afinal? Para se exibir na televisão, "doutor"?

6.2.08

TOME O REMEDIO RECEITADO PELO MEDICO SEMPRE

Tome o remédio receitado pelo médico SEMPRE. E NUNCA tome remédio sem indicação médica. Eu estou começando a postagem com esse aviso, pois o que eu vou tratar agora é muito sério. Eu acho que todos devem seguir as recomendações médicas sempre, mas eu NÃO GOSTO DE REMÉDIOS. Para começar eu vejo a importância do médico, mas tenho certeza que têm algo errado com os remédios que nos receitam. Mas eu continuo dizendo que esses remédios funcionam e que as pessoas devem seguir seus tratamentos, pois os médicos não querem prejudicar ninguém. O problema está nos fabricantes de remédios que parecem estar tão preocupados com lucros que parecem estar morrendo de felicidades por existir tantas doenças crônicas.

O pesquisador Kevin Trudeau afirmou que ele descubriu que as indústrias alimentícias colocam produtos na comida que viciam as pessoas sem que elas percebam (Para que elas comprem os produtos mais e mais). Pois bem. Eu tomei muitos remédios na minha vida, o que me levaram a sádica certeza de que esses remédios viciam, causam dependência. Ou seja, se você parar de tomar seus remédios mesmo que você esteja saudável o remédio gerará uma doença em você (um efeito estranho) que só acabará quando você voltar a tomar o remédio. E por isso eu aconselho as pessoas a seguirem seus tratamentos. Siga seu tratamento, mas lute para que as autoridades pesquisem outras formas de tratamento além dos remédios farmacêuticos. As pessoas deveriam ter o direito a outras opções de tratamento além desses remédios altamente químicos.

Por isso eu deixo para vocês links do polêmico Kevin Trudeau. Kevin Trudeau é o famoso autor do livro Curas naturais que eles não querem que você saiba (em inglês Natural Cures 'They' don't want you to know about). Kevin Trudeau fala de curas naturais e critica severamente a indústria farmacêutica. Veja os sites, conheça mais sobre Kevin Trudeau e tire suas conclusões.

Kevin Trudeau foi condenado a prisão em 2010. Fonte: USA TODAY.


E muita gente fala sobre ele com muita desconfiança:
AGORA VEJA ESTE SITE QUE FALA MAL DE KEVIN TRUDEAU
ESTE SITE QUE FALA MAL DE KEVIN TRUDEAU

Pois bem. Eu falarei mais desse polêmico assunto no futuro. (Por enquanto veja também o blog http://pacientepsiquiatrico.wordpress.com/ que fala mais sobre esse assunto.