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23.12.14

Irradiated by her

Only a couple of days ago was her birthday.
It's a huge coincidence that the girl who is my sun was born at the beginning of summer...
It's not her pretty face that shines the most, I don't even need to see her face to be irradiated by her.
And I say to myself, the sun gave light to her or--perhaps--she gave light to the sun?

Originally published in December 24, 2013, elsewhere.

3.11.14

BORGES: ELEGÍA DEL RECUERDO IMPOSIBLE

Meu poema preferido de Borges, publicado primeiro em outro blog, no dia 06 de março de 2006.

Elegía del recuerdo imposible
(poema de Jorge Luis Borges Acevedo)
Que no daría yo por la memoria
De una calle de tierra com tapias bajas
Y de un alto jinete llenando el alba
(Largo y raído el poncho)
En uno de los días de la llanura, en un día sin fecha.
Qué no daría yo por la memoria
De mi madre mirando la mañana en la estancia de Santa Irene,
Sin saber que su nombre iba a ser Borges.
Qué no daría yo por la memoria
De haber combatido en Cepeda
Y de haber visto a Estanislao del Campo
Saludando la primer bala con la alegría del coraje.
Qué no daría yo por la memoria
De un portón de quinta secreta
Qué mi padre empujaba cada noche
Antes de perderse en el sueño
Y qué empujó por última vez
El catorce de febrero de 38.
Qué no daría yo por la memoria
De las barcas de Hengist
Zarpando de la arena de Dinamarca
Para debelar uma isla
Qué aún no era Inglaterra.
Qué no daría yo por la memoria
(La tuve y la he perdido)
De una tela de oro de Turner,
Vasta como la música.
Que no daría yo por la memoria
De haber visto a Sócrates
Que, en tarde de cicuta,
Examinó serenamente el problema
De la inmortalidad,
Alternando los mitos y las razones
Mientras la muerte azul iba subiendo
Desde los pies ya fríos.
Qué no daría yo por la memoria
De que me hubieras dicho que me querías
Y de no haber dormido hasta la aurora,
Desgarrado y feliz.

28.10.14

My heart's Achilles' heel

My heart's hands grope, fumble, fondle
But he can't find anything like he met before
She hit the Achilles' heel of my heart
And I guess he'll never recover again
I can't feel anymore...

3.10.14

I apologize

I love you baby, and I always loved you. But I'm sorry that I can't be the Prince Charming that you dream of, I apologize that I don't have a car to pick you up, I don't have a fancy party to take you to... I can't even pay to the bus to get to your place.

I apologize, baby. But all the same, I love you and will love you as long as you want me to.

(Originally posted in June 10, 2014, elsewhere.)

31.7.14

POÈME DE JOACHIM DU BELLAY

POÈME DE JOACHIM DU BELLAY
(Le poète, peut-être, le plus grand de la langue francaise)
O beaux cheveux d'argent mignonnement retors!
O front crêpe, et serein! et vous, face dorée!
O beaux yeux de cristal! ô grand' bouche honorée,
Qui d'un large repli retrousses tes deux bords!
O belles dents d'ébène! ô précieux trésors,
Qui faites d'un seul ris toute âme énamourée!
O gorge damasquine en cent plis figurée,
Et vous, beaux grands tétins, dignes d'un si beaux corps!
O belles ongles dorés! ô main courte et grassette!
O cuisse délicate! et vous, jambe grossette,
Et ce que je ne puis honnêtement nommer;
O beau corps transparent! ô beaux membres de glace!
O divines beautés! pardonnez-moi de grâce,
Si pour être mortel, je ne vous ose aimer.

9.7.14

Penumbra

A veces, a fines del crepúsculo,
Yo me quedo pensando:
¿Y si yo no pudiera más ver el sol en mi vida?
No estoy hablando de no poder ver más por morir,
Pues con la muerte viene el olvido de todo,
Pero, ¿y si yo continuara viviendo aún por décadas y no pudiera más ver el sol?
Pero no apenas no ver el sol, pero permanecer en una penumbra por siempre...
Ese es un miedo que yo tengo...
Y es así también que me siento cuando contemplo la posibilidad de no oír más tu voz...
Y de no poder verte y permanecer en la penumbra de los recuerdos...

1.7.14

Flor del norte

Flor del norte
Reina de mi corazón

Te mojas en mi mano
Te mojas en mi boca
Te mojas todita de un solo apretón

Me ganas toda la alma
Y el corazón...

14.5.14

O Poema Pedido (Coleção AS VANESSAS)

Antes de eu descobrir um amor mais profundo pela Ana, houve uma certa Vanessa... ela me pediu que eu fizesse um poema para ela, e ficou assim:

O Poema Pedido


Você acha que eu sou louco por você
Na verdade sou mesmo.
Você acha que eu estou a sua mercê
Na verdade estou mesmo!

Você me pede um poema de amor
Mas que heresia!
Você não sabe seu valor?
Você é poesia!

Você me dá um sorriso de desprezo
Que eu acho lindo!
Você me mata de desespero
Indo ou vindo!

A mais bela poesia você é
E como Vênus me inspira
Linda da cabeça ao pé
Parece até mentira!...

O meu mais ardente desejo você sabe:
Senti-la toda!...
No meu peito tamanha paixão não cabe
Até transborda!...

Você não precisa de olhos azuis como o céu
Você é toda cor do mundo!
Você não precisa de olhos verdes como o mar
Você é algo mais profundo!

Eu acho que a amo,
Se não me engano.
É algo estranho que queima
E uma vontade que teima

Vá nessa, Vanessa!
Que no fundo me deseja
Mas, que prefere fingir
E ao amor fugir.

Há mais a ser dito
Dessa poesia louca
Beije-me a boca
E eu lhe conto o resto...
Data: 2004

Para ver outros poemas dedicados a todas as Vanessas veja:
As Vanessas.
Clicando em As Vanessas você poderá ver poemas em português, em inglês, francês, italiano e espanhol, além de outras curiosidades sobre o nome Vanessa.


31.12.13

3000 km

To see you is good for the eyes
To hear you is good for the ears
To feel you is good for the senses
And I ask myself, day after day,
"What is it like to touch you?"
"What is it like to smell you?"
Will I know the answer?
I don't know...

4.12.13

Hors concours

Tu es hors concours
Hors saison dans mon cœur
Or je t'aime comme il faut
Tu es toujours dans mon cœur

Tu es hors concours
Dans mon cœur
Hors le temps mais
Toujours dans mon cœur

Pourtant tu es toujours hors concours
Tout proche, dans mon cœur
Mais en même temps lointain

11.11.13

Divagações

...Há quem diga que nem o Universo é infinito
Mas ainda assim eu digo que onde quer que você vá
Você sempre estará dentro de meu coração
Não importa a distância, nem as circunstâncias
Você estará sempre dentro de mim
Na imensidão infinita de meu coração
Que ignora as limitações espaciais
Assim deixarei você livre, como um pássaro, para ir onde quiser
Pois onde quer que você vá, estará sempre dentro de meu coração

20.5.13

Poesia em Esperanto - Poezio en Esperanto

Poema em Esperanto. Para uma bela musa do Esperanto...

Halo, Renata! Bonvolu, legu
Mi faras poezion, se vi permesu
Mi parolas pri la plej bela pejzaĝo...
Kiu estas via vizaĝo!...

Mi parolas pri la plej bela rideto...
Kiu apartenas al vi!
Viaj dentoj kaj gingivo estas perfekteco
Kiu fariĝas via rideto

Mi parolas pri tio ĉi kaj tio...
Kiu vi faris al mi!...
Mi parolas pri via brilo de stelo
Kaj parolas pri mia korŝtelo

Mi ne povas diri ke vi estas pli bela ol ĉio
ĉar kiam mi vin vidas mi pensas pri nenio!
Kiam mi vin vidas en revo mem...
Ekzistas nur vi!...

10.5.13

"Pense nisso!" Poema para as mães / "Denk' es!" Gedicht für Mütter

Quando tua mãe tiver envelhecido
e tu tiveres envelhecido
Quando aquilo que outrora era fácil e leve
Agora se tornou um fardo

Quando seus olhos amáveis, sinceros
Não mais veem a vida como antes via
Quando seus pés agora cansados
Não mais querem carregá-la em seu caminho

então ajuda-a com teu braço
Faz-lhe companhia com alegria e felicidade
Chegará a hora em que tu, chorando, terás que acompanhá-la
Até a sua última caminhada!

E se ela fizer uma pergunta, responde-a
e se ela perguntar novamente, fala com ela!
E se ela perguntar mais uma vez, ouve sua fala,
Não com raiva, mas com uma calma gentil!

E se ela não puder entender bem
Explica para ela com alegria;
Chegará a hora, a hora amarga,
Quando sua boca não pedirá mais nada.

Este é um poema escrito por Adolf Hitler no jornal alemão "Sonntag-Morgenpost", de Munique, no dia 14 de Maio de 1933.

Estou compartilhando este poema para que as pessoas saibam um pouco mais como Hitler conquistou toda a Alemanha. Adolf Hitler foi um dos governantes responsáveis pela morte de milhões de pessoas na Segunda Guerra Mundial. Meu objetivo é compartilhar uma parte da História que não é mostrada nas escolas.

Foi também no governo de Hitler que vários pacientes psiquiátricos foram descaradamente mortos por médicos através das câmaras de gás.

Veja, abaixo, o poema na língua original:


Wenn deine Mutter alt geworden
Und älter du geworden bist,
Wenn ihr, was früher leicht und mühelos,
Nunmehr zur Last geworden ist,

Wenn ihre lieben, treuen Augen
Nicht mehr, wie einst, in’s Leben seh'n,
Wenn ihre müd' geword’nen Füsse
Sie nicht mehr tragen woll'n beim Geh'n —

Dann reiche ihr den Arm zur Stütze
Geleite sie mit froher Lust —
Die Stunde kommt, da du sie weinend
Zum letzten Gang begleiten mußt!

Und fragt sie dich, so gib ihr Antwort,
Und fragt sie wieder, sprich auch du!
Und fragt sie nochmals, steh' ihr Rede,
Nicht ungestüm, in sanfter Ruhe!

Und kann sie dich nicht recht verstehen
Erklär' ihr alles frohbewegt;
Die Stunde kommt, die bitt’re Stunde,
Da dich ihr Mund nach nichts mehr fragt!

— ADOLF HITLER
Sonntag-Morgenpost, München, 14. Mai 1933

Ich bin überzeugt Gegner fanatischer Ideologien wie Rassismus und religiöser Intoleranz. Ich bin nicht für Hitler oder National Sozialismus! Das hier ist nur Information.

25.4.13

Soneto de Shakespeare # LXXI - Shakespeare Sonnet LXXI

Chorai por mim quando eu estiver morto
Apenas no momento em que ouvirdes a marcha fúnebre
Avisando ao mundo que eu fui embora
Desse mundo vil, para habitar com vermes ainda mais vis:
Não, se lerdes este poema, não lembreis
A mão que o escreveu; pois eu vos amo tanto
Que eu preferiria ser esquecido por vossos doces pensamentos,
Se pensar em mim em tal momento pudesse fazer-vos triste.
E vos digo, se virdes este poema
Quando talvez eu já estiver dissolvido pela terra
Sequer mencioneis meu miserável nome.
Mas deixai que vosso amor se decomponha junto com meu corpo
Pois temo que o mundo de espertos observe vosso lamento
E zombe de vós por causa de mim depois que eu tiver partido.


Nesse dia, 25 de abril, William Shakespeare era enterrado, no ano 1616.

Veja, abaixo, o vídeo com o poema falado em inglês, com texto na tela.



Este é o texto em inglês.

No longer mourn for me when I am dead
Than you shall hear the surly sullen bell
Give warning to the world that I am fled
From this vile world, with vilest worms to dwell:
Nay, if you read this line, remember not
The hand that writ it; for I love you so,
That I in your sweet thoughts would be forgot,
If thinking on me then should make you woe.
O, if, I say, you look upon this verse
When I perhaps compounded am with clay,
Do not so much as my poor name rehearse.
But let your love even with my life decay,
Lest the wise world should look into your moan
And mock you with me after I am gone.

Nota sobre a tradução ao português:

Os sonetos de Shakespeare contêm algumas palavras que hoje são obsoletas e somente são usadas em textos literários. Pretendo publicar, numa outra ocasião, um artigo mais direcionado aos que estudam William Shakespeare, ou simplesmente estudam inglês.

Mais abaixo você pode ver o texto do soneto LXXI de Shakespeare com a ortografia do Período Elisabetano, época em que vivia o grande Bardo William Shakespeare.

Noe Longer mourne for me when I am dead,
Then you shall heare the surly sullen bell
Give warning to the world that I am fled
From this vile world with vildest wormes to dwell:
Nay if you read this line, remember not,
The hand that writ it; for I love you so,
That I in your sweet thoughts would be forgot,
If thinking on me then should make you woe.
O if (I say) you looke upon this verse,
When I (perhaps) compounded am with clay,
Do not so much as my poore name reherse,
But let your love even with my life decay.
Least the wise world should looke into your mone,
And mocke you with me after I am gon.

Fontes e referências (Todas em inglês):
The Oxford Shakespeare
Glossary by W.J Craig, M.A.
Folger Shakespeare Library
The Pelican Shakespeare
-

13.10.12

Tudo para você - Poema de Rochamor

Rochamor é um poeta, cujo livro eu pude ler em minha adolescência. Eu guardei em minha coleção de arquivos alguns dos poemas dele. O livro pertencia a um de meus consanguíneos, e eu acredito que se extraviou.

Hoje em dia, não consigo me identificar com o poema. Amo uma mulher e não gostaria de ser alguém que a abandonou, como o poeta diz. Não. Não faz sentido. Na verdade, tenho medo de que ela ache que eu a abandonei em algum momento. Às vezes acho que tenho medo de ser esse indivíduo. Como eu ia querer ser alguém que fez uma coisa dessas? Na verdade, eu chego a ter MEDO de tê-la zangado de alguma forma. Se o fiz, não foi minha intenção.

Me sinto um tanto sem jeito, pois já falei TE AMO para tantas mulheres. Sinto que banalizei o termo TE AMO, ao dizer isso para essas mulheres do passado, pois o que sinto por essa pessoa única não pode ser comparado.

De fato, amei cada uma delas. Mas essa tem algo especial e único. É como se fosse uma parte de mim. Não sei explicar, e entendo se as pessoas não compreenderem. Ela causa em mim algo que nenhuma outra pôde causar. Está muito além da beleza física descrita pelos poetas, difícil de explicar.

O que sinto por ela é tão forte, mas não é opressor, é um sentimento bom, mas eu até ficaria sem jeito ao tentar descrevê-lo, pois se alguém me dissesse que ama dessa forma no passado eu riria e zombaria da pessoa.

Não é como aquelas paixões dos poemas, por isso nem me identifico mais com a maioria dos poemas. Mas por ter dito TE AMO a tantas mulheres, me sinto sem jeito para dizer a ela. Pois não gostaria que, de forma alguma, ela se visse como uma outra do passado.

TUDO PARA VOCÊ

Eu queria ser tudo para você
A água que bebes, o solo que pisas
Conduzir seus passos ao anoitecer
Estar contido em tudo que você precisa

Eu queria ser uma canção de amor
Para conhecer todo seu passado
Ser aquele ser que te abandonou
Deixando seus olhos tristes e molhados

O vento que açoita seus lindos cabelos
A chuva que molha seu corpo suave
Conhecer a fundo o mundo inteiro
Pra ensinar-lhe tudo o que você não sabe
A fé que conforta seu pensamento
Quando a saudade ferir seu coração
A lembrança que lhe traz contentamento
E a lágrima causada por grande emoção

Eu queria ser sua escuridão
Para protegê-la onde você for
Eu queria estar na sua ilusão
Para enfeitar seus sonhos de amor
Eu queria ser seu maior desejo
Pra satisfazer as suas vontades
Aquecer meu frio no calor do seu beijo
E ultrapassar o limite da nossa amizade

eu queria ser mais que seu grande amigo
Pra te falar sem medo, da minha paixão
Mas não queria ser seu triste sorriso
Por não merecer seu jovem coração

1.9.12

Como amo - The way I love (O que Pablo Neruda quis dizer - Que Pablo Neruda quiso decir - What Pablo Neruda meant)

Soneto XVII de Pablo Neruda

No te amo como si fueras rosa de sal, topacio
o flecha de claveles que propagan el fuego:
te amo como se aman ciertas cosas oscuras,
secretamente, entre la sombra y el alma.

Te amo como la planta que no florece y lleva
dentro de sí, escondida, la luz de aquellas flores,
y gracias a tu amor vive oscuro en mi cuerpo
el apretado aroma que ascendió de la tierra.

Te amo sin saber cómo, ni cuándo, ni de dónde,
te amo directamente sin problemas ni orgullo:
así te amo porque no sé amar de otra manera,

sino así de este modo en que no soy ni eres,
tan cerca que tu mano sobre mi pecho es mía,
tan cerca que se cierran tus ojos con mi sueño.





Soneto XVII de Pablo Neruda

Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio
ou flecha de cravos que propagam o fogo:
te amo como se amam certas coisas obscuras,
secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta que não floresce e leva
dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,
e graças a teu amor vive escuro em meu corpo
o apertado aroma que ascendeu da terra.

Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,
te amo diretamente sem problemas nem orgulho:
assim te amo porque não sei amar de outra maneira,

senão assim deste modo em que não sou nem és
tão perto que a tua mão sobre meu peito é minha
tão perto que se fecham teus olhos com meu sono.


Sonnet XVII by Pablo Neruda

I do not love you as if you were a salt rose, or topaz,
or the arrow of carnations the fire shoots off.
I love you as certain dark things are to be loved,
in secret, between the shadow and the soul.

I love you as the plant that never blooms
but carries in itself the light of hidden flowers;
thanks to your love a certain solid fragrance,
risen from the earth, lives darkly in my body.

I love you without knowing how, or when, or from where.
I love you straightforwardly, without complexities or pride;
so I love you because I know no other way

than this: where "I" does not exist, nor "you",
so close that your hand on my chest is my hand,
so close that your eyes close as I fall asleep.

Translation by Stephen Tapscott

I'm not trying to show off, nor look smart when I say that I know exactly what Pablo Neruda meant in that sonnet.

Right in the beginning he says that he does not love for the beauty, but he loves in secret. Hence you can figure out the rest of the poem and its core.

He loves, but he doesn't even know why. Because the person he loves isn't the most beautiful, not even the brightest, neither more special. He just loves. He can't see no reason to be proud of loving this person, but he knows that he loves her more than any other person loves her. He loves as if he and the person were but one.

Nevertheless, he loves in secret, for certain things must be loved in secret. Because he knows it'd better not say directly to this person that he loves her.

I have no doubt that this is the meaning of this sonnet. This because I love in the same way. I have loved this same person for years, but sincerely, I wouldn't tell her. Why? Because I love her. And sincerely I don't know if it'd be better for her to know that I love her this way.


Pode parecer que estou me gabando, mas entendo perfeitamente o que Pablo Neruda quis dizer neste soneto.

Já nos dois primeiros quartetos ele diz que ele não ama pela beleza, mas ama em segredo. Daí dá para entender os dois tercetos finais e o âmago do poema.

Ele ama, mas nem sabe porque. Pois a pessoa que ele ama não é mais bonita, nem mais inteligente, nem nada especial. Ele apenas ama. Ele não vê nenhum motivo para se orgulhar de amar essa pessoa, mas sabe que a ama mais do que qualquer outra pessoa a ama. Ele ama como se ele e essa pessoa fossem um só.

No entanto, ele ama em segredo, pois certas coisas devem ser amadas em segredo. Pois ele sabe que é melhor não dizer diretamente para essa pessoa que ele a ama.

Não tenho a menor dúvida de que esse é o significado do soneto. Isso porque eu amo da mesma forma. Tenho amado essa mesma pessoa por anos, mas sinceramente, não diria. Por quê? Porque eu a amo. E sinceramente não sei se seria melhor para ela saber que eu a amo dessa forma.



No estoy siendo presumido, ni tratando de parecer inteligente cuando digo que sé exactamente lo que quería decir Pablo Neruda en ese soneto.

Justo en el comienzo, dice que él no ama por la belleza, pero que ama en secreto. Por lo tanto usted puede imaginar el resto del poema y su núcleo.

Él ama, pero él ni siquiera sabe por qué. Debido a que la persona que ama no es la más hermosa, ni siquiera la más brillante, ni más especial. Él sólo ama. No puede ver ninguna razón para estar orgulloso de amar a esta persona, pero sabe que él la ama más que cualquier otra persona que la ama. Ama como si él y la persona no fueran más que uno.

Sin embargo, él ama en secreto, pues ciertas cosas deben ser amadas en secreto. Porque él sabe que es mejor no decir directamente a esta persona que la ama.

No tengo ninguna duda de que este es el significado de este soneto. Esto porque amo de la misma manera. Me ha encantado esta misma persona durante años, pero sinceramente, no la diría. ¿Por qué? Porque la quiero. Y sinceramente no sé si sería mejor para ella saber que la quiero de esta manera.

30.11.11

I Stink! (Coleção AS VANESSAS)

I Stink!

Ladies and gents, I stink!
I stink ‘cause I can’t sing!
I stink ‘cause I can’t dance!
I stink ‘cause I can’t make a pass
At her, the most beautiful lass!
Hell! I can’t even take the chance!

Yes! I can’t face the music and dance
I can’t live life without her romance
But I can’t, either, show all my love
Yes! I stink like the rat I am
Never a firm word from my mouth came
Like the great Shakespeare says, “there’s the rub!”

Yes, Ma’am! I stink!
Yes, folks! I sink
Right in a stinking bowl of tears!
Day after day I shrink
Whenever I come to think
That she’ll never forgive my fears!

Oh, yes sir! I do stink!
And she doesn’t want a wimp
‘Cause I think there’s something decaying inside my chest
Alas! My heart might be dead
And the reek seeps from my head
It can only survive in the snugness of her nest...
Data: 2005

1.11.11

“All The Answers To My Questions?” (Coleção AS VANESSAS)

“All The Answers To My Questions?”
“In your eyes all the answers to my questions”
That’s exactly what says the song
But I will show you by my words and actions
That it’s my love that is strong

‘Cause I know you’re not only eyes
I praise and worship your mouth and breast
Even your red-dyed hair and your thighs
Plus the lap on which I wanna rest

There’s also the unmentionable place
The one that just makes my pulse race,
O, most wonderful female!

I’d do almost anything to do you good
I’d change the whole world for you if I could
I’m always yours without fail!
Data: 2005
A seguir, a tradução do poema “ALL THE ANSWERS TO MY QUESTIONS?”, que em português significa TODAS AS RESPOSTAS PARA MINHAS PERGUNTAS?

“Todas As Respostas Para Minhas Perguntas?”
“Em seus olhos todas as respostas para minhas perguntas”
É isso mesmo que diz a música
Mas, eu mostrarei pra você através de minhas palavras e ações
Que meu amor que é forte

Pois eu sei que você não é só olhos
Eu louvo e adoro sua boca e seios
Também seus cabelos vermelhos e suas coxas
E o colo onde quero repousar

Tem também aquele lugar do qual não posso falar
Aquele que faz meu pulso disparar
Oh, fêmea maravilhosa!

Eu faria quase tudo pra agradar você
Mudaria todo mundo por você se eu pudesse
Sou sempre seu, sem dúvida!

25.10.11

Confiance (Coleção AS VANESSAS)

Confiance
Confiance ? je ne l’ai pas
Quand un morceau me manque
L’amour, bonheur ?
Je regarde avec souciance !
Romance et rejouissance ?
Je vois avec méfiance !

Tu m’as quitté...
Et mon espoir tu m’as enlevé !
La beauté du monde n’a aucune valeur
Il n’y a pas bonheur, tu ne me laisses que pleur !

Mais, pourquoi est-ce que je pleure
En disant que tu m’as quitté ?
Je n’ai pas même touché ta main,
Mes prières et mes rêves ont été tout en vain !

Je ne sais pourquoi je t’ecris ces choses
Parce que, quand il faut te les dire
Ma bouche demeure close !
Data: 2005

9.9.11

WHO WOULD CARE FOR A BROKEN HEART? (Coleção AS VANESSAS)

WHO WOULD CARE FOR A BROKEN HEART?
Who would care for a broken heart?
It’s brand new but it’s aching
Though it’s aching it’s not failing
It’s kept in shape by missing and pain

The longing love keeps it on, again and again
Maybe someone else can make better use of it
Because I can’t take the strain, it’s tightening!
It’s fine, but this machine can’t keep up with it

It’s beating too fast, yeah; it’s beating me!
It’s beating so fast that it might explode
Maybe in someone else’s chest it can be controlled

And, to make things worse, it’s infecting all my members!
They’re stiffening, sweating, they can’t let me be!
My heart is poisoning all within and without me!
(I couldn’t go on with this poem because the poison has taken me completely!)

Abaixo a tradução do poema acima.
QUEM SE INTERESSARIA POR UM CORAÇÃO FERIDO?
Quem se interessaria por um coração ferido?
Está novinho, mas está dolorido
Apesar de estar dolorido não está falhando
Ele se mantém em forma por causa da saudade e da dor

O amor ansioso o mantém funcionando, o tempo todo
Talvez outro alguém possa fazer melhor uso dele
Por que eu não posso agüentar a pressão, está me sufocando!
Ele está ótimo, mas este corpo não pode suportá-lo

Ele está batendo muito forte, sim; está acabando comigo!
Está batendo tão rápido que poderia explodir
Talvez no peito de outra pessoa ele possa ser controlado

E, pra piorar ele está infeccionando todos meus membros!
Eles estão endurecendo, suando, não me deixam em paz!
Meu coração me envenena, por dentro e por fora!