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16.3.14

Sobre a minha atuação na comunidade, lutando contra o estigma da doença mental

Já voltei a atuar diretamente na comunidade, mas ainda de maneira bem discreta.

Eu tinha planejado disponibilizar meus serviços de informática para a comunidade onde moro, mas pensei numa forma melhor de contribuir, que detalharei depois.

Vou começar a passar informações para a comunidade sobre saúde, informações para diminuir o estigma contra a doença mental, etc. Se eu puder passar informações que ajude a prevenir abusos sexuais já valerá a pena. Buscarei estudar e trabalhar, mas o trabalho na comunidade será o meu trabalho principal, pois eu tenho conhecimentos que podem ser muito úteis para a comunidade e tenho o dever de compartilhar.


Sobre a minha atuação no blog PACIENTE PSIQUIÁTRICO

Há várias traduções e transcrições de outros idiomas que pretendo fazer para o blog, por se tratar de informações muito úteis para toda a sociedade. Espero logo conseguir uma renda para melhorar o computador e melhorar as postagens, fornecendo cada vez mais informações.

Planos de recorrer à Justiça

Como eu relatei aqui, no ano 2010 eu tive um surto psiquiátrico grave por mau atendimento no CAPS, em que uma profissional se recusou a me encaminhar ao atendimento psiquiátrico, o que me causou muito constrangimento, levando-me a um surto e a uma internação. No surto, eu perdi alguns documentos. Meses depois da internação, eu fui tirar uma nova carteira de identidade. Mas para tirar a carteira de identidade gratuitamente, solicitaram que eu trouxesse um boletim de ocorrência do momento em que eu perdi o documento.

Mas ao ir à delegacia, o policial disse que eu precisaria de fazer um pedido por escrito ao delegado, pois não poderiam me dar boletim de ocorrência devido a ocorrência já ser bem antiga. Mas o problema, é que depois da forma que o policial me tratou, eu não volto mais para fazer tal boletim de ocorrência! Mas também não ia querer pagar para tirar a identidade, pois é muito caro e não acho que seria JUSTO. Por isso estou pensando que talvez eu deva entrar na Justiça para ter o direito de ter uma nova carteira de identidade sem ter que pagar, pois eu a perdi por causa de um mau atendimento na saúde pública.

26.2.14

Hábitos alimentares das baratas e das lesmas

Em minha vizinhança as pessoas não têm o hábito de colocar o lixo naqueles sacos pretos grandes próprios para lixo, que ajudam a proteger o lixo dos ataques dos animais nocivos. Esse é um dos motivos que aumentam a proliferação de ratos e baratas na vizinhança; e além disso, não há uma lixeira própria e nenhum depósito para proteger o lixo até a chegada dos garis. Para ajudar a mudar essa situação, comecei a juntar o lixo da vizinhança, por conta própria, e colocar num saco preto grande.

Num certo sábado,enquanto eu fazia essa tarefa, um rato enorme saiu do meio do lixo. Por um motivo como esse que eu vejo a necessidade de fazer alguma coisa nessa comunidade, pois a maioria dos moradores estão acomodados, fazendo de conta que não tem nada a ver com isso.

Abaixo, um vídeo mostra uma infestação de baratas numa aldeia indígena.

Infestação Baratas Matokodakwa Brasnorte


Realmente, há muitas baratas em todos os lugares do mundo, inclusive, poucas pessoas sabem, mas mesmo no chocolate, existem pedacinhos de baratas, como explica a revista Super Interessante:
Tudo que você nunca quis saber sobre as baratas

As baratas comem cola, fezes, papel, couro, outras baratas, cerveja azeda quente e carne de gente viva! E maus hábitos dos vizinhos atraem baratas, e essas baratas dos vizinhos acabam vindo para a casa da gente! Eu durmo no chão, e quantas vezes eu encontrei uma barata na cama.

De acordo com o Instituto Ciência Hoje, as baratas não têm dentes. Suas "mordidas" são uma espécie de raspagem superficial da pele, que coçam e deixam feridas doloridas. O resultado são cicatrizes parecidas com pequenos arranhões.

Veja o artigo Dormindo com o inimigo. As baratas "mordiam" os índios, à noite!

Na casa onde eu moro, há muitas goteiras, muito vazamento; portanto, quando chove um pouco mais forte, inevitavelmente entra muita água na casa. Resultado: essa umidade atrai insetos como a lesma. Eu também passei a conhecer os hábitos alimentares das lesmas. Várias vezes, bichinhas comeram vários textos de estudos meus e deixaram a marca delas, aquela meleca. As lesmas gostam de comer papel! O interessante que eu observei é que elas preferem comer folhas de papel soltas, em vez de livros. (Ainda bem!)

Veja o vídeo abaixo, que mostra uma lesma comendo papel.

a lesma que come papel incrivel !


Vale lembrar que papel é feito de árvores, e que o principal alimento das lesmas são folhas de árvores e plantas. Veja o vídeo de uma lesma comendo folhas de plantas.

A minha lesma comendo



Tema musical da publicação: Só Pra Contrariar - A Barata

20.2.14

Problemas dos pobres da comunidade

As pessoas que moram em comunidades pobres passam por alguns problemas absurdos, problemas que não atingem quem mora em lugares melhores. Por exemplo, onde eu moro, há queda de energia ao menor vento. Além disso, minha comunidade está infestada de ratos e pragas como baratas. Apesar de haver coleta de lixo regular, não há uma conscientização. Esses problemas podem ser amenizados com ações comunitárias. Desnecessário dizer que muitas pessoas de minha comunidade são mais prejudicadas com esses problemas que eu, como, por exemplo, as crianças.

Outro problema comum a todos:
A bateria do computador está falhando. Da última vez que liguei o computador, a data era agosto de 2099! Aí eu recebi uma mensagem do antivírus: "Sua licença do antivírus expirou." Ou seja, o antivírus agiu como se estivéssemos no ano 2099, e eu tivesse ficado 85 anos sem renovar a licença! Esse é um sinal claro de que a bateria está com problemas e precisa ser trocada. Para amenizar esse problema, estou deixando o computador ligado de vez. Esses são os problemas normais... os problemas anormais são os preconceitos que eu sofro, que para bem ou para mal, não são conhecidos da maioria das pessoas que vivem o dia a dia, ou melhor, praticamente são problemas ignorados pelas pessoas do dia a dia.