Austregésilo Carrano Bueno, grande ativista da Luta Antimanicomial foi internado aos dezessete anos, a mesma idade do jovem Oscar, que aparece no programa Enquête Exclusive. É como se Carrano renascesse nesse jovem francês, no ano 2010, quando foi filmado o programa.
Oscar foi enviado à Unidade para Doentes Difíceis de Sarreguemines (Unité pour Malades Difficiles de Sarreguemines) por ser considerado um paciente violento. Carrano também era considerado violento. Se Carrano fosse internado na França, com certeza, seria transferido para uma Unidade para Doentes Difíceis. E é MUITO difícil sair de uma Unidade para Doentes Difíceis da França... Acho que é BEM pior que prisão.
Hospitais Psiquiátricos, Viagem ao Centro da Loucura; (Hôpitaux Psychiatriques, Voyage au cœur de la folie;) de 23:47 até 25:45
Para alguns doentes, ser amarrado é uma necessidade. É o caso do Oscar, um esquizofrênico de dezessete anos. Aqui, é o paciente mais novo. Para tirá-lo de seu quarto, os enfermeiros são obrigados a algemar os braços dele e segurá-lo firmemente. O que limita o rapaz.
Enfermeiro: - Podemos soltar teu braço e te deixar ir sozinho? Ou você prefere que seguremos seus braços? Mas vá devagar, OK? OK, vamos te soltar. Devagar!... Olha! Você prefere que seguremos seus braços? Tá certo.
Oscar foi maltratado toda sua infância. Hoje ele só se comunica através da violência. Desta vez, de volta à sala dos enfermeiros, é a nossa câmera que ele vai atacar.
Para tentar acalmá-lo, os enfermeiros tentam conversar com ele.
Enfermeiro: - Vá com calma! Por favor!...
Atrás de sua agressividade, um sofrimento profundo.
Enfermeiro: - Estamos te protegendo. (linguagem familiar.)
Oscar: - Eu queria morrer.
Enfermeiro: - Você queria morrer?
Oscar: - Eu queria morrer.
Enfermeiro: - Ah é, por quê? (Linguagem familiar.)
Oscar: - Eu não tenho mais família, eu não tenho mais nada. Eu queria me matar.
Uns dez minutos mais tarde, Oscar parece ter ficado calmo. Diante desse tipo de crise, os enfermeiros se sentem sempre impotentes.
Enfermeiro: - Esta sensação de morrer, mas algo que sai completamente do controle. Não dá para imaginar, não dá para imaginar...
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Français:
Austregésilo Carrano Bueno fut un grand activiste contre les asiles psychiatriques. Il avait dix-sept ans quand il fut hospitalisé, comme le jeune Oscar. S'il était hospitalisé en France, sans doute il serait envoyé à une Unité pour Malades Difficiles.
Hôpitaux Psychiatriques, Voyage au cœur de la folie; de 23:47 jusqu'à 25:45
Pour certains malades, être attaché est une nécessité. C'est le cas d'Oscar, un schizophrène âgé de dix-sept ans. Ici c'est le plus jeune patient. Pour lui sortir de sa chambre, les infirmiers sont obligé de lui entraver les bras et de le maintenir fermement. Des liens qui rationnent le jeune homme.
Infirmier: - Est-ce qu'on peut te lâcher les bras et te laisser promener seul? Ou tu préfères qu'on te tiennent les bras? Mais tu vas doucement, OK? OK, on te lâche. Doucement!... Voilà! Tu préfères qu'on te tiennent? D'accord.
Oscar a été maltraité toute son enfance. Aujourd'hui il ne communique plus que par la violence. Cette fois, de retour dans le bureau des infirmiers, c'est notre caméra qu'il va s'en prendre.
Pour essayer de l'apaiser, les infirmiers tentent de discuter avec lui.
Infirmier: - Doucement! S'il vous plaît!...
Derrière son agressivité, une souffrance profonde.
Infirmier: - On est en train de vous protéger. (Pas clair, langage familier.)
Oscar: - Je voulais mourir.
Infirmier: - Vous vouliez mourir?
Oscar: - Je voulais mourir.
Infirmier: - Ouais, pourquoi? (Langage familier.)
Oscar: - Je n'ai plus de famille, je n'ai plus rien. Je voulais me tuer.
Une dizaine de minutes plus tard, Oscar semble s'est calmé. Face à ces genres de crise, les infirmiers se sentent toujours impuissant.
Infirmier: - Cette sensation de mourir, mais quelque chose qui submerge complètement. On ne peut pas imaginer, on ne peut pas imaginer...
Crônicas e textos sobre saúde mental. Por melhores formas de tratamento do sofrimento psíquico. Pelo fim das internações psiquiátricas involuntárias. Por exames laboratoriais antes da prescrição de psicotrópicos. Pela promoção de tratamentos alternativos. Pelo cumprimento da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Pelo fim dos abusos sexuais e exploração infantil.
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6.3.13
U.M.D. - Unité pour Malades Difficiles / Ala psiquiátrica da França para "doentes difíceis"
França, Hospital Psiquiátrico de Sarreguemines (Hôpital Psychiatrique de Sarreguemines); Formalmente chamado Centro Hospitalar Especializado de Sarreguemines (Centre hospitalier spécialisé de Sarreguemines). Nós vamos ver a Unidade para Doentes Difíceis (Unité pour Malades Difficiles) de Sarreguemines, onde são internados compulsoriamente os doentes considerados mais perigosos.
É um episódio do programa francês "Enquête Exclusive":
Hospitais Psiquiátricos, Viagem ao Centro da Loucura; (Hôpitaux Psychiatriques, Voyage au cœur de la folie;) de 22:07 até 23:47
Um enfermeiro tenta medir a pressão de Luc, o paciente autista que estava amarrado na cama.
Enfermeiro: - Pare! Pare! Vamos! Vamos!
É uma derrota. Tomado pela angústia, Luc bate no enfermeiro. Há alguns dias suas crises têm aumentado. Uma situação que vai piorar mais ainda; algumas horas mais tarde, na hora do almoço.
Luc : - Eu estou sem fome.
Enfermeiro: - Eu sei. Mas come um pouco.
Diante da insistência dos enfermeiros, sua reação é imediata. Luc jogou seu prato no chão. A equipe deve intervir rapidamente para impedir um aumento de violência.
Ele é amarrado na cama de novo.
Para pacientes como Luc, é a única solução. Ele está internado aqui há dois anos. Hoje seu estado não mostra nenhuma melhora. Para François, que passou toda sua carreira na U.M.D., é o impasse.
François, o Enfermeiro Chefe: - Quando amarramos alguém é uma derrota. Quando somos obrigados a aplicar uma injeção, ou usar força, ou qualquer coisa assim... Para mim, eu vejo isso como uma derrota.
Luc vai permanecer duas semanas trancado em seu quatro.
-
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Français:
France, Hôpital Psychiatrique de Sarreguemines; Formellement appelé Centre hospitalier spécialisé de Sarreguemines. Nous allons voir l'Unité pour malades difficiles de Sarreguemines, où l'on place d'office les malades considéré les plus dangereux.
Hôpitaux Psychiatriques, Voyage au cœur de la folie; de 22:07 jusqu'à 23:47
Un infirmier tente de prendre la tension de Luc, le patient autiste qui était attaché sur son lit.
Infirmier: - Arrête! Arrête! Allez! Allez!
C'est un échec. submergé par l'angoisse, Luc frappe l'infirmier. Depuis quelques jours ses crises se multiplient. Une situation qui va encore empirer; quelques heures plus tard, au moment du déjeuner.
Luc : - Je n'ai pas faim.
Infirmier: - Je sais. Mais mange un peu.
Face à l’insistance des infirmiers, sa réaction est immédiate. Luc a jeté son plateau sur le sol. Le personnel doit très vite intervenir pour stopper une monte de violence.
Une nouvelle fois, il est attaché à son lit.
Pour des patients comme Luc, c'est la seule solution. Il est interné ici depuis deux ans. Aujourd'hui son état ne montre aucune amélioration. Pour François, qui a fait toute sa carrière a l'U.M.D., c'est l'impasse.
François, le Cadre Infirmier: - Quand on attache quelqu'un c'est un échec. Quand on est obligé de mettre une injection, ou de force, ou des choses comme ça... Pour moi, je vois ça comme un échec.
Luc va rester deux semaines enfermé dans sa chambre.
-
Continua amanhã, neste mesmo horário.
É um episódio do programa francês "Enquête Exclusive":
Hospitais Psiquiátricos, Viagem ao Centro da Loucura; (Hôpitaux Psychiatriques, Voyage au cœur de la folie;) de 22:07 até 23:47
Um enfermeiro tenta medir a pressão de Luc, o paciente autista que estava amarrado na cama.
Enfermeiro: - Pare! Pare! Vamos! Vamos!
É uma derrota. Tomado pela angústia, Luc bate no enfermeiro. Há alguns dias suas crises têm aumentado. Uma situação que vai piorar mais ainda; algumas horas mais tarde, na hora do almoço.
Luc : - Eu estou sem fome.
Enfermeiro: - Eu sei. Mas come um pouco.
Diante da insistência dos enfermeiros, sua reação é imediata. Luc jogou seu prato no chão. A equipe deve intervir rapidamente para impedir um aumento de violência.
Ele é amarrado na cama de novo.
Para pacientes como Luc, é a única solução. Ele está internado aqui há dois anos. Hoje seu estado não mostra nenhuma melhora. Para François, que passou toda sua carreira na U.M.D., é o impasse.
François, o Enfermeiro Chefe: - Quando amarramos alguém é uma derrota. Quando somos obrigados a aplicar uma injeção, ou usar força, ou qualquer coisa assim... Para mim, eu vejo isso como uma derrota.
Luc vai permanecer duas semanas trancado em seu quatro.
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Français:
France, Hôpital Psychiatrique de Sarreguemines; Formellement appelé Centre hospitalier spécialisé de Sarreguemines. Nous allons voir l'Unité pour malades difficiles de Sarreguemines, où l'on place d'office les malades considéré les plus dangereux.
Hôpitaux Psychiatriques, Voyage au cœur de la folie; de 22:07 jusqu'à 23:47
Un infirmier tente de prendre la tension de Luc, le patient autiste qui était attaché sur son lit.
Infirmier: - Arrête! Arrête! Allez! Allez!
C'est un échec. submergé par l'angoisse, Luc frappe l'infirmier. Depuis quelques jours ses crises se multiplient. Une situation qui va encore empirer; quelques heures plus tard, au moment du déjeuner.
Luc : - Je n'ai pas faim.
Infirmier: - Je sais. Mais mange un peu.
Face à l’insistance des infirmiers, sa réaction est immédiate. Luc a jeté son plateau sur le sol. Le personnel doit très vite intervenir pour stopper une monte de violence.
Une nouvelle fois, il est attaché à son lit.
Pour des patients comme Luc, c'est la seule solution. Il est interné ici depuis deux ans. Aujourd'hui son état ne montre aucune amélioration. Pour François, qui a fait toute sa carrière a l'U.M.D., c'est l'impasse.
François, le Cadre Infirmier: - Quand on attache quelqu'un c'est un échec. Quand on est obligé de mettre une injection, ou de force, ou des choses comme ça... Pour moi, je vois ça comme un échec.
Luc va rester deux semaines enfermé dans sa chambre.
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Continua amanhã, neste mesmo horário.
22.12.12
Existência sem vida - Dasein ohne Leben - Egzystencja bez zycia
Infelizmente, muitos profissionais de saúde mental acham que um doente mental não tem consciência de nada. E infelizmente eles dizem isso aos familiares e os familiares acreditam. Por isso, os amarram em camas e os agridem de outras formas, convencidos de que não sofrerão, pois sequer lembram, pois eles acham que os pacientes só têm consciência quando estão "estabilizados" tomando psicotrópicos.
Essa ideia vem da psiquiatria antiga. Corrigindo: essas ideias formam a PSIQUIATRIA MODERNA, formam a base da psiquiatria moderna, pois antes a coisa era ruim, mas não chegava a esse ponto absurdo. Essas ideias continuam de uma forma diferente, hoje em dia.
Na época da segunda guerra mundial, psiquiatras pensavam assim. Enquanto hoje querem manter os pacientes psiquiátricos tomando drogas que geram outras doenças horrorosas com efeitos colaterais monstruosos, na época da Segunda Guerra eles achavam que estavam fazendo caridade aos pacientes ao exterminá-los em câmaras de gás, pois tinham certeza que se os pacientes fossem capazes de pensar com a razão desejariam isso.
Abaixo a tradução livre de alguns trechos da propaganda nazista do programa T-4. Ou melhor, código Operação "Aktion T-4". T-4 quer dizer "Rua Tiergarten número 4" do alemão "Tiergartenstraße 4". T-4 era tipo um CAPS da época, um local de caridade para os pacientes psiquiátricos generosamente criado pelo governo nazista. (Desculpem a ironia, mas não deu para resistir!)
"A doença mental é um mal hereditário. Um dos maiores perigos para a saúde de uma nação. Uma existência sem vida. Manicômios públicos e privados foram construídos no coração da maravilhosa campanha alemã. Manicômios novos e ainda maiores que atendem todas as exigências da medicina MODERNA. (...) Apesar de todos os esforços de nossa psiquiatria, muitos de nossos doentes mentais continuam incuráveis. É um erro pensar que doentes como esses podem sentir felicidade ou interesse pela vida. Estão presos a vida apenas por costume. Vamos dar um destino clemente que livre essas criaturas infelizes dessa existência. Como é cruel manter vivos pessoas espiritualmente mortas. Sempre as mesmas ideias loucas. Sempre o mesmo comportamento idiota. (...)Se eu tivesse uma doença mental incurável, preferiria morrer. E estou convencido que qualquer pessoa sã pensa da mesma forma. E estou convencido que qualquer doente mental, se pudesse entender sua própria condição, ia querer dar um fim a uma vida assim. Não seria uma caridade? Livre quem não se pode curar."
Essa ideia vem da psiquiatria antiga. Corrigindo: essas ideias formam a PSIQUIATRIA MODERNA, formam a base da psiquiatria moderna, pois antes a coisa era ruim, mas não chegava a esse ponto absurdo. Essas ideias continuam de uma forma diferente, hoje em dia.
Na época da segunda guerra mundial, psiquiatras pensavam assim. Enquanto hoje querem manter os pacientes psiquiátricos tomando drogas que geram outras doenças horrorosas com efeitos colaterais monstruosos, na época da Segunda Guerra eles achavam que estavam fazendo caridade aos pacientes ao exterminá-los em câmaras de gás, pois tinham certeza que se os pacientes fossem capazes de pensar com a razão desejariam isso.
Abaixo a tradução livre de alguns trechos da propaganda nazista do programa T-4. Ou melhor, código Operação "Aktion T-4". T-4 quer dizer "Rua Tiergarten número 4" do alemão "Tiergartenstraße 4". T-4 era tipo um CAPS da época, um local de caridade para os pacientes psiquiátricos generosamente criado pelo governo nazista. (Desculpem a ironia, mas não deu para resistir!)
"A doença mental é um mal hereditário. Um dos maiores perigos para a saúde de uma nação. Uma existência sem vida. Manicômios públicos e privados foram construídos no coração da maravilhosa campanha alemã. Manicômios novos e ainda maiores que atendem todas as exigências da medicina MODERNA. (...) Apesar de todos os esforços de nossa psiquiatria, muitos de nossos doentes mentais continuam incuráveis. É um erro pensar que doentes como esses podem sentir felicidade ou interesse pela vida. Estão presos a vida apenas por costume. Vamos dar um destino clemente que livre essas criaturas infelizes dessa existência. Como é cruel manter vivos pessoas espiritualmente mortas. Sempre as mesmas ideias loucas. Sempre o mesmo comportamento idiota. (...)Se eu tivesse uma doença mental incurável, preferiria morrer. E estou convencido que qualquer pessoa sã pensa da mesma forma. E estou convencido que qualquer doente mental, se pudesse entender sua própria condição, ia querer dar um fim a uma vida assim. Não seria uma caridade? Livre quem não se pode curar."
8.12.12
Documentário: adolescentes e crianças mortas por efeitos colaterais de medicações psiquiátricas / psicotrópicos
Às mães e pais que já tiveram filhos mortos depois de começar a tomar medicação psiquiátrica eu só posso dizer: sinto muito. Às mães que ainda não sabem o que é isso eu só posso dizer: muito cuidado, pois depois quando for tarde demais, não vá reclamar que foi por falta de aviso.
O vídeo abaixo é um documentário extremamente informativo sobre os perigos do uso de medicação psiquiátrica em crianças e adolescentes. Obviamente os psiquiatras e psicólogos tradicionais dificilmente vão alertá-los desses perigos, mas existem uns poucos psiquiatras que estudaram psiquiatria alternativa, como homeopatia e psiquiatria ortomolecular, psiquiatras que DE FACTO querem ajudar.
Evidentemente eu já experimentei efeitos colaterais como pensamentos suicidas ao tomar psicotrópicos e falo por experiência própria.
Existem formas de tratamentos naturais e menos ofensivos. Existem tratamentos alternativos. Cabe a nós exigir que esses tratamentos sejam disponibilizados a todos.
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O vídeo abaixo é um documentário extremamente informativo sobre os perigos do uso de medicação psiquiátrica em crianças e adolescentes. Obviamente os psiquiatras e psicólogos tradicionais dificilmente vão alertá-los desses perigos, mas existem uns poucos psiquiatras que estudaram psiquiatria alternativa, como homeopatia e psiquiatria ortomolecular, psiquiatras que DE FACTO querem ajudar.
Evidentemente eu já experimentei efeitos colaterais como pensamentos suicidas ao tomar psicotrópicos e falo por experiência própria.
Existem formas de tratamentos naturais e menos ofensivos. Existem tratamentos alternativos. Cabe a nós exigir que esses tratamentos sejam disponibilizados a todos.
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18.10.12
Psiquiatra fala sobre psicopatas no programa do Jô
No século passado, PSICOPATIA era chamada de SOCIOPATIA, pois acreditava-se que as doenças mentais eram causadas por problemas SOCIAIS. (Eu pessoalmente concordo com a teoria do século passado).
Com o advento da moderna psiquiatria biológica, abandonou-se as ideias que colocavam os sofrimentos psíquicos e desvios de comportamento como problemas sociais. Enfim, a psiquiatria moderna TENTA provar que violência, crime e fome não causam doenças. Sem comentários.
A Doutora Ana Beatriz Barbosa Silva fala sobre o assunto psicopatia no vídeo abaixo. Inclusive ela disse acreditar numa CURA. Falando sério: acho bom os psiquiatras TOMAREM CUIDADO com o que estão tentando fazer, no que estão querendo acreditar.
Nenhum psicopata quer ser CURADO. Anders Behring Breivik não queria. Qual seria a cura? Lavagem cerebral? Vocês acham que isso seria ético?
Há várias pessoas que querem se curar de suas doenças e os psiquiatras se recusam a tratar por não considerar doença. Ora, quem pode dizer se algo é doença ou não é quem sofre com a doença. Se a pessoa diz que está sofrendo ela não diz isso por preconceito. Pensem nisso, psiquiatras. E parem de tentar curar quem não quer ser curado.
Abaixo do vídeo há a TRANSCRIÇÃO de alguns trechos do vídeo para quem tem dificuldade de entender os termos técnicos, ou mesmo dificuldade de compreender o sotaque brasileiro.
Trechos da entrevista:
Jô Soares: - O psicopata já nasce assim?
Doutora Ana Beatriz Silva: - Já nasce com essa tendência. O nome dá margem para muitas dúvidas. Psicopatia parece PATIA de PATHOS (πάθος), DOENÇA da MENTE, da PSIQUE (ψυχή), que não é realidade. O termo psicopata restringe as pessoas que tem um tipo de personalidade. É uma maneira de ver e ser, no qual o outro não representa nada. O outro é só um instrumento para ele obter diversão, status ou poder.
Jô Soares: - Não causa o menor sentimento de culpa qualquer coisa que ele faça que prejudique essa outra pessoa?
Doutora Ana Beatriz Silva: - Uma das coisas que as pessoas confundem muito é "todo psicopata é um criminoso, um matador", Não. A grande maioria NÃO É, a grande maioria são pessoas inescrupulosas, pedófilos, políticos corruptos contumazes, religiosos em pele de cordeiros, mas são grandes lobos.
Jô Soares: - Mas eles acreditam que são cordeiros?
Doutora Ana Beatriz Silva: - Eles sabem fazer a cena muito bem. A psicopatia é 100% razão, 0% emoção. Eles nascem com o SISTEMA LÍMBICO não funcionando. Eles não tem essa sensibilidade, essa empatia de se colocar no lugar do outro. Se a gente for fazer uma comparação com música, seria assim: o psicopata não entende a melodia, mas ele sabe a letra. Racionalmente ele sabe exatamente o que ele tem que dizer para te agradar, mas ele não tem o sentimento.
(...)
Jô Soares: - Há uma certa confusão, eu mesmo já fiz essa confusão, algumas vezes, devido a livros em inglês em que separam o PSICOPATA do SOCIOPATA. O sociopata sendo o assassino o que só faz mal a sociedade. Essa caracterização não é correta?
Doutora Ana Beatriz Silva: - Não. Durante muito tempo a gente teve uma grande influência, no século passado, da psicanálise. dentro da psicanálise tudo era derivado a uma criação, a uma educação. O próprio autismo sofreu esse preconceito. Mães ficavam apavoradas, porque elas eram tidas como mães gélidas, geladas e por isso que o filho ficava assim. A gente sabe que não. Já nasce com esse funcionamento. O psicopata é a mesma coisa. E durante o século passado se via muito essa questão de que tudo era social. O homem nascia bom e a sociedade o distorcia e o tornava mau. (...) Então não cabe mais hoje o termo sociopata.
Esse livro foi escrito NÃO para os psicopatas, porque não tem tratamento até hoje. Esse livro foi escrito para 96% das pessoas que foram vítimas dos psicopatas.
Jô Soares: - Tem tratamento essa doença?
Doutora Ana Beatriz Silva: - A psicopatia pura, genuína não. Por exemplo, a Doença de Parkinson. A gente conseguiu um grande progresso instalando microchips que fazem o funcionamento dos núcleos da base. Quem sabe, em pouco tempo, a gente não consiga uma tecnologia que faça esse sistema límbico começar a funcionar.
Com o advento da moderna psiquiatria biológica, abandonou-se as ideias que colocavam os sofrimentos psíquicos e desvios de comportamento como problemas sociais. Enfim, a psiquiatria moderna TENTA provar que violência, crime e fome não causam doenças. Sem comentários.
A Doutora Ana Beatriz Barbosa Silva fala sobre o assunto psicopatia no vídeo abaixo. Inclusive ela disse acreditar numa CURA. Falando sério: acho bom os psiquiatras TOMAREM CUIDADO com o que estão tentando fazer, no que estão querendo acreditar.
Nenhum psicopata quer ser CURADO. Anders Behring Breivik não queria. Qual seria a cura? Lavagem cerebral? Vocês acham que isso seria ético?
Há várias pessoas que querem se curar de suas doenças e os psiquiatras se recusam a tratar por não considerar doença. Ora, quem pode dizer se algo é doença ou não é quem sofre com a doença. Se a pessoa diz que está sofrendo ela não diz isso por preconceito. Pensem nisso, psiquiatras. E parem de tentar curar quem não quer ser curado.
Abaixo do vídeo há a TRANSCRIÇÃO de alguns trechos do vídeo para quem tem dificuldade de entender os termos técnicos, ou mesmo dificuldade de compreender o sotaque brasileiro.
Trechos da entrevista:
Jô Soares: - O psicopata já nasce assim?
Doutora Ana Beatriz Silva: - Já nasce com essa tendência. O nome dá margem para muitas dúvidas. Psicopatia parece PATIA de PATHOS (πάθος), DOENÇA da MENTE, da PSIQUE (ψυχή), que não é realidade. O termo psicopata restringe as pessoas que tem um tipo de personalidade. É uma maneira de ver e ser, no qual o outro não representa nada. O outro é só um instrumento para ele obter diversão, status ou poder.
Jô Soares: - Não causa o menor sentimento de culpa qualquer coisa que ele faça que prejudique essa outra pessoa?
Doutora Ana Beatriz Silva: - Uma das coisas que as pessoas confundem muito é "todo psicopata é um criminoso, um matador", Não. A grande maioria NÃO É, a grande maioria são pessoas inescrupulosas, pedófilos, políticos corruptos contumazes, religiosos em pele de cordeiros, mas são grandes lobos.
Jô Soares: - Mas eles acreditam que são cordeiros?
Doutora Ana Beatriz Silva: - Eles sabem fazer a cena muito bem. A psicopatia é 100% razão, 0% emoção. Eles nascem com o SISTEMA LÍMBICO não funcionando. Eles não tem essa sensibilidade, essa empatia de se colocar no lugar do outro. Se a gente for fazer uma comparação com música, seria assim: o psicopata não entende a melodia, mas ele sabe a letra. Racionalmente ele sabe exatamente o que ele tem que dizer para te agradar, mas ele não tem o sentimento.
(...)
Jô Soares: - Há uma certa confusão, eu mesmo já fiz essa confusão, algumas vezes, devido a livros em inglês em que separam o PSICOPATA do SOCIOPATA. O sociopata sendo o assassino o que só faz mal a sociedade. Essa caracterização não é correta?
Doutora Ana Beatriz Silva: - Não. Durante muito tempo a gente teve uma grande influência, no século passado, da psicanálise. dentro da psicanálise tudo era derivado a uma criação, a uma educação. O próprio autismo sofreu esse preconceito. Mães ficavam apavoradas, porque elas eram tidas como mães gélidas, geladas e por isso que o filho ficava assim. A gente sabe que não. Já nasce com esse funcionamento. O psicopata é a mesma coisa. E durante o século passado se via muito essa questão de que tudo era social. O homem nascia bom e a sociedade o distorcia e o tornava mau. (...) Então não cabe mais hoje o termo sociopata.
Esse livro foi escrito NÃO para os psicopatas, porque não tem tratamento até hoje. Esse livro foi escrito para 96% das pessoas que foram vítimas dos psicopatas.
Jô Soares: - Tem tratamento essa doença?
Doutora Ana Beatriz Silva: - A psicopatia pura, genuína não. Por exemplo, a Doença de Parkinson. A gente conseguiu um grande progresso instalando microchips que fazem o funcionamento dos núcleos da base. Quem sabe, em pouco tempo, a gente não consiga uma tecnologia que faça esse sistema límbico começar a funcionar.
14.10.12
Psiquiatra fala das vantagens do tratamento sem medicação através da medicina ortomolecular
O Dr. Marco Aurélio Behar Ramos fala sobre psiquiatria ortomolecular, e expressa sua crença de que, no futuro, todos os médicos usarão a medicina ortomolecular.
Vejam a entrevista que passou no Programa Abraão Winogron, do Rio Grande do Sul.
O vídeo da entrevista está lá embaixo.
Trechos da entrevista:
Abraão Winogron: "Nós podemos tratar uma pessoa com depressão de uma forma mais moderna? Ou tudo que nós temos são os mesmos medicamentos que tínhamos há cinquenta anos atrás?"
Psiquiatra Dr. Marco Aurélio Behar Ramos: "A medicina ortomolecular trata a CAUSA da depressão. O medicamento (psicotrópicos) só administra a depressão. Ele pega os neurotransmissores da reserva e joga na corrente sanguínea. Que nem uma poupança, tira dinheiro da poupança e gasta... chega uma hora que vai acabar o dinheiro da poupança. Com os neurotransmissores é a mesma coisa. Tanto que 25% das pessoas ficam refratárias antidepressivas. chega um momento em que nenhum mais funciona.
(...)
Através dos cabelos se vê uma carência de nutrientes.
(...)
Os nutrientes não têm efeito colateral.
(...)
Isso acontece (?) quando há um exagero na dose do medicamento. Então ele vai perdendo o efeito com o tempo. Precisa ser aumentada a dose, às vezes ele perde o efeito, aí tem que ser acrescentado um segundo um terceiro... e aí a pessoa vai ficando como se fosse presa.
(...)
Hoje em dia têm muitas pessoas usando doses baixas de antidepressivos. Mas tirando a libido. (Os psicotrópicos tiram a libido). Podem dar problemas de constipação. Pode dar secura na boca. Pode dar tontura, tirar sono, é muito comum... Tem uma quantidade enorme de efeitos colaterais. E com os nutrientes não existe isso. Quando se trata a causa da depressão. Pode ser feito paralelamente ao uso do medicamento. Quando chega um paciente tomando medicamento eu NÃO TIRO imediatamente o medicamento. Eu ACRESCENTO NUTRIENTES.
Eu acredito que no FUTURO todo médico vai fazer isso. Vai usar sua prática e mais os conhecimentos da ortomolecular. Que é a reposição de nutrientes como faz o clínico geral quando repõe ferro. O ortomolecular faz reposição do zinco, do cromo da B12, do lítio orotato, que é um lítio natural que vem na água, do iodo, do potássio, do cálcio.
(...)
O que se pensava que era doença genética é nutricional. A pessoa nutrida, o gene não se manifesta."
Fantástica a entrevista! Obrigado, doutor! Isso só CONFIRMA o que venho dizendo: doença mental é PROBLEMA SOCIAL. Pessoas que se alimentam mal o fazem por problemas sociais. Vale a pena assistir a entrevista.
O Dr. Marco Aurélio Behar Ramos atende na Avenida Carlos Gomes, 328/512, Porto Alegre/RS-Brasil.
Tel: (51) 3328 0804
Site: http://www.marcoaurelio.med.br
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Vejam a entrevista que passou no Programa Abraão Winogron, do Rio Grande do Sul.
O vídeo da entrevista está lá embaixo.
Trechos da entrevista:
Abraão Winogron: "Nós podemos tratar uma pessoa com depressão de uma forma mais moderna? Ou tudo que nós temos são os mesmos medicamentos que tínhamos há cinquenta anos atrás?"
Psiquiatra Dr. Marco Aurélio Behar Ramos: "A medicina ortomolecular trata a CAUSA da depressão. O medicamento (psicotrópicos) só administra a depressão. Ele pega os neurotransmissores da reserva e joga na corrente sanguínea. Que nem uma poupança, tira dinheiro da poupança e gasta... chega uma hora que vai acabar o dinheiro da poupança. Com os neurotransmissores é a mesma coisa. Tanto que 25% das pessoas ficam refratárias antidepressivas. chega um momento em que nenhum mais funciona.
(...)
Através dos cabelos se vê uma carência de nutrientes.
(...)
Os nutrientes não têm efeito colateral.
(...)
Isso acontece (?) quando há um exagero na dose do medicamento. Então ele vai perdendo o efeito com o tempo. Precisa ser aumentada a dose, às vezes ele perde o efeito, aí tem que ser acrescentado um segundo um terceiro... e aí a pessoa vai ficando como se fosse presa.
(...)
Hoje em dia têm muitas pessoas usando doses baixas de antidepressivos. Mas tirando a libido. (Os psicotrópicos tiram a libido). Podem dar problemas de constipação. Pode dar secura na boca. Pode dar tontura, tirar sono, é muito comum... Tem uma quantidade enorme de efeitos colaterais. E com os nutrientes não existe isso. Quando se trata a causa da depressão. Pode ser feito paralelamente ao uso do medicamento. Quando chega um paciente tomando medicamento eu NÃO TIRO imediatamente o medicamento. Eu ACRESCENTO NUTRIENTES.
Eu acredito que no FUTURO todo médico vai fazer isso. Vai usar sua prática e mais os conhecimentos da ortomolecular. Que é a reposição de nutrientes como faz o clínico geral quando repõe ferro. O ortomolecular faz reposição do zinco, do cromo da B12, do lítio orotato, que é um lítio natural que vem na água, do iodo, do potássio, do cálcio.
(...)
O que se pensava que era doença genética é nutricional. A pessoa nutrida, o gene não se manifesta."
Fantástica a entrevista! Obrigado, doutor! Isso só CONFIRMA o que venho dizendo: doença mental é PROBLEMA SOCIAL. Pessoas que se alimentam mal o fazem por problemas sociais. Vale a pena assistir a entrevista.
O Dr. Marco Aurélio Behar Ramos atende na Avenida Carlos Gomes, 328/512, Porto Alegre/RS-Brasil.
Tel: (51) 3328 0804
Site: http://www.marcoaurelio.med.br
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19.8.12
A infância não é uma doença mental
Você realmente acredita... que os 20 milhões de crianças que estão sendo drogadas estão 'doentes mentais'?
Assim começa o importante vídeo em defesa dos direitos das crianças, que eu compartilho abaixo.
"Do you really believe... the 20 million kids being drugged are 'mentally ill'?"
O uso de psicotrópicos (medicação controlada) em crianças causa várias sequelas.
O excelente vídeo abaixo mostra várias crianças protestando, com cartazes que dizem:
CHILDHOOD IS NOT A MENTAL ILLNESS", INFÂNCIA NÃO É DOENÇA MENTAL.
"STOP PSYCHIATRIC DRUGGING OF CHILDREN", PAREM DE DROGAR CRIANÇAS COM PSICOTRÓPICOS.
Assim começa o importante vídeo em defesa dos direitos das crianças, que eu compartilho abaixo.
"Do you really believe... the 20 million kids being drugged are 'mentally ill'?"
O uso de psicotrópicos (medicação controlada) em crianças causa várias sequelas.
O excelente vídeo abaixo mostra várias crianças protestando, com cartazes que dizem:
CHILDHOOD IS NOT A MENTAL ILLNESS", INFÂNCIA NÃO É DOENÇA MENTAL.
"STOP PSYCHIATRIC DRUGGING OF CHILDREN", PAREM DE DROGAR CRIANÇAS COM PSICOTRÓPICOS.
16.8.12
MINHAS NOÇÕES DE KARATÊ
Na academia, tive minhas primeiras noções do Karatê japonês.
Eu sempre via os treinamentos do pessoal do Karatê, antes do início de meus treinamentos.
Daí, comecei a aprender o idioma japonês também. Pois todos os dias, um dos praticantes executava o Kata, e fazia a contagem em japonês!
(Abaixo podemos ver uma japonesinha contando de 1 a 10 em japonês enquanto faz flexões.)
Eu sempre via os treinamentos do pessoal do Karatê, antes do início de meus treinamentos.
Daí, comecei a aprender o idioma japonês também. Pois todos os dias, um dos praticantes executava o Kata, e fazia a contagem em japonês!
(Abaixo podemos ver uma japonesinha contando de 1 a 10 em japonês enquanto faz flexões.)
5.6.12
Bellevue: o maior hospício dos Estados Unidos / The largest lunatic asylum in the USA
Read this post in English underneath the Portuguese version.
Na publicação de hoje vemos o hospício Bellevue, no vídeo abaixo. Bellevue é o maior hospital público dos Estados Unidos, é um hospital geral; porem a forma em que os pacientes psiquiátricos são tratados lá faz de Bellevue mais um hospício. Portanto, neste texto, eu chamo Bellevue de hospício, ou de manicômio.
Bellevue é um hospício de Nova Iorque, EUA.
Bellevue é o maior hospício dos Estados Unidos.
Bellevue é o maior hospital público dos Estados Unidos, se podemos chamar isso de hospital.
Deixo também o comentário de uma pessoa que viu o vídeo, que ilustra bem a minha opinião e a de muita gente.
Lembrando que esse hospital, Bellevue de Nova Iorque, parece o paraíso comparado ao Instituto Philippe Pinel, o melhor hospital psiquiátrico do Rio de Janeiro, Brasil.
"É triste (ver) como a equipe (do hospício) se comportou, pacientes precisam de compaixão e piedade. Deve ser frustrante ter nosso órgão mais importante falhando, eles (os pacientes psiquiátricos) estão sofrendo e esses doutores estão rindo e zombando deles. Se eles fizeram isso enquanto estavam sendo filmados eu me pergunto como eles agem quando não estão na frente das câmeras. Pelo menos os pacientes têm uma desculpa para seu comportamento."
In today's post we see the Bellevue Lunatic Asylum, in the video above. Bellevue is the largest public hospital in the USA. Bellevue Hospital is a general hospital, but on account of the way they treat mental patients there, I will call it a lunatic asylum.
Bellevue is a lunatic asylum, in New York City, in the USA. Bellevue is the largest lunatic asylum in the USA.
Bellevue is the largest public hospital in the USA, if we may call that a hospital.
I leave also the comment from a person that watched the video, that illustrates well my opinion and that of many people.
Let's not forget that that hospital, New York City's Bellevue Hospital, looks like paradise compared to Brazil's Instituto Philippe Pinel, the best psychiatric hospital in Rio de Janeiro.
"It is sad how the staff behaved, patients need compassion and mercy. It has to be so frustrating to have our most important organ fail to work properly, they are suffering and these doctors are laughing and making fun of them. If they did this while being filmed I wonder how they act when they are not in front of the cameras. At least the patients have an excuse for their behavior."
Bellevue is a lunatic asylum, in New York City, in the USA. Bellevue is the largest lunatic asylum in the USA.
Bellevue is the largest public hospital in the USA, if we may call that a hospital.
I leave also the comment from a person that watched the video, that illustrates well my opinion and that of many people.
Let's not forget that that hospital, New York City's Bellevue Hospital, looks like paradise compared to Brazil's Instituto Philippe Pinel, the best psychiatric hospital in Rio de Janeiro.
"It is sad how the staff behaved, patients need compassion and mercy. It has to be so frustrating to have our most important organ fail to work properly, they are suffering and these doctors are laughing and making fun of them. If they did this while being filmed I wonder how they act when they are not in front of the cameras. At least the patients have an excuse for their behavior."
22.10.11
Diabo Loiro: Bizarro?
Abaixo podemos ver o vídeo do polêmico Diabo Loiro, quando esteve no programa Qual é o seu Talento.
Há quem o ache bizarro, há quem sinta agonia ao vê-lo fazendo aquelas loucuras. Mas sinceramente, o que me dava agonia mesmo era ver o tratamento absurdo dado aos pacientes psiquiátricos nos hospitais psiquiátricos, CAPS e instituições psiquiátricas públicas em geral. Ver aqueles absurdos era uma agonia.
Pois são pessoas REAIS sofrendo e sendo tratadas como se valessem menos.
Quanto ao Diabo Loiro, ele é um artista, e um excelente artista. Por que sentir agonia?
Há quem o ache bizarro, há quem sinta agonia ao vê-lo fazendo aquelas loucuras. Mas sinceramente, o que me dava agonia mesmo era ver o tratamento absurdo dado aos pacientes psiquiátricos nos hospitais psiquiátricos, CAPS e instituições psiquiátricas públicas em geral. Ver aqueles absurdos era uma agonia.
Pois são pessoas REAIS sofrendo e sendo tratadas como se valessem menos.
Quanto ao Diabo Loiro, ele é um artista, e um excelente artista. Por que sentir agonia?
20.10.11
Haloperidol (Haldol) comparado com outros psicotrópicos
O psicotrópico haloperidol é útil para conter surtos graves, e funciona muito bem a CURTO PRAZO. (Ou seja, quando utilizado por um curto período de tempo, para emergências.)
Quero deixar claro que o haloperidol, o haldol causa complicações sérias quando usado a LONGO PRAZO.
Quanto a maioria dos outros psicotrópicos, sou obrigado a concordar com a massa que diz que eles são apenas comerciais, apenas visam lucros. Nunca se pôde comprovar a eficácia desses novos psicotrópicos que surgem dia após dia.
O importante site SSRI Stories divulga vários casos de EFEITOS COLATERAIS graves causados por uso de psicotrópicos em todo mundo. Dentre esses efeitos colaterais encontramos SUICÍDIOS, COMPORTAMENTOS VIOLENTOS, ETC.
Entre as sérias sequelas encontramos caso de pessoas que ficaram violentas por causa de crise de abstinência dos psicotrópicos.
Encontramos também pessoas que tiveram crises graves por misturar os perigosos psicotrópicos com bebida alcoólica.
Portanto importante buscar ajuda e apoio ao decidir deixar de tomar esses perigosos psicotrópicos, e nunca se deve misturar essas drogas perigosas com álcool.
A página Psychdrug Dangers também coloca informações muito úteis sobre os perigos dos psicotrópicos.
Há vários casos registrados de complicações a longo prazo do haloperidol, sequelas como a discinesia tardia e a distonia.
Falei bastante sobre essas sequelas e efeitos colaterais nas publicações
DISTONIA E DISCINESIA TARDIA: ALGUMAS DAS DOENÇAS CAUSADAS PELA PSIQUIATRIA MODERNA
e EFEITOS COLATERAIS MONSTRUOSOS (DO HALOPERIDOL, DA SULPIRIDA E DA RISPERIDONA)
Haloperidol e clorpromazina foram invenções maravilhosas; funcionam muito bem SE usadas com moderação a CURTO PRAZO, insisto.
Um bom psiquiatra pode diminuir o uso de psicotrópicos com o auxílio de tratamentos alternativos.
Para fechar esta publicação, deixo abaixo o vídeo que mostra as complicações sérias causadas pelo uso a longo prazo do psicotrópico geodon; e deixo o link do vídeo que mostra a triste sequela que um adolescente enfrentou depois de tomar risperidona por um longo período. Cresceu seios no rapaz como efeito colateral do risperidona!
Confira abaixo:
RISPERIDONA/RISPERDAL FAZ CRESCER SEIOS EM ADOLESCENTE
-
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Quero deixar claro que o haloperidol, o haldol causa complicações sérias quando usado a LONGO PRAZO.
Quanto a maioria dos outros psicotrópicos, sou obrigado a concordar com a massa que diz que eles são apenas comerciais, apenas visam lucros. Nunca se pôde comprovar a eficácia desses novos psicotrópicos que surgem dia após dia.
O importante site SSRI Stories divulga vários casos de EFEITOS COLATERAIS graves causados por uso de psicotrópicos em todo mundo. Dentre esses efeitos colaterais encontramos SUICÍDIOS, COMPORTAMENTOS VIOLENTOS, ETC.
Entre as sérias sequelas encontramos caso de pessoas que ficaram violentas por causa de crise de abstinência dos psicotrópicos.
Encontramos também pessoas que tiveram crises graves por misturar os perigosos psicotrópicos com bebida alcoólica.
Portanto importante buscar ajuda e apoio ao decidir deixar de tomar esses perigosos psicotrópicos, e nunca se deve misturar essas drogas perigosas com álcool.
A página Psychdrug Dangers também coloca informações muito úteis sobre os perigos dos psicotrópicos.
Há vários casos registrados de complicações a longo prazo do haloperidol, sequelas como a discinesia tardia e a distonia.
Falei bastante sobre essas sequelas e efeitos colaterais nas publicações
DISTONIA E DISCINESIA TARDIA: ALGUMAS DAS DOENÇAS CAUSADAS PELA PSIQUIATRIA MODERNA
e EFEITOS COLATERAIS MONSTRUOSOS (DO HALOPERIDOL, DA SULPIRIDA E DA RISPERIDONA)
Haloperidol e clorpromazina foram invenções maravilhosas; funcionam muito bem SE usadas com moderação a CURTO PRAZO, insisto.
Um bom psiquiatra pode diminuir o uso de psicotrópicos com o auxílio de tratamentos alternativos.
Para fechar esta publicação, deixo abaixo o vídeo que mostra as complicações sérias causadas pelo uso a longo prazo do psicotrópico geodon; e deixo o link do vídeo que mostra a triste sequela que um adolescente enfrentou depois de tomar risperidona por um longo período. Cresceu seios no rapaz como efeito colateral do risperidona!
Confira abaixo:
RISPERIDONA/RISPERDAL FAZ CRESCER SEIOS EM ADOLESCENTE
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7.2.11
Vídeo: Marketing da loucura
Um vídeo que me foi enviado e que fala sobre as novas doenças que estão sendo inventadas pela psiquiatria moderna. No vídeo, especialistas dizem que indústrias farmacêuticas estão criando novas doenças mentais para vender mais psicotrópicos.
Nota: este vídeo me foi enviado por uma psicóloga.
Isto é para refletirmos e pararmos de usar psicotrópicos para tudo. Está mais do que claro que a maioria das pessoas que estão tomando psicotrópicos poderiam viver sem estas drogas.
Precisamos pensar mais na qualidade de vida do paciente psiquiátrico.
Triste saber que talvez muitas pessoas estejam tendo surtos POR CAUSA das medicações psiquiátricas que tomam e não saibam disso, já que este é um comércio que visa tanto o lucro que acaba se esquecendo do bem estar do paciente psiquiátrico, que pode se recuperar melhor sem drogas.
Vale lembrar que eu contei neste site PACIENTE PSIQUIÁTRICO como eu fui equivocadamente diagnosticado bipolar e como os psicotrópicos me tiraram o sono e acabaram me levando a uma recaída.
Importante: a retirada da medicação psiquiátrica deve ser feita sob a supervisão de médicos. É um direito seu decidir se quer continuar tomando medicação. É dever do médico acompanhá-lo nesse processo.
Nota: este vídeo me foi enviado por uma psicóloga.
Isto é para refletirmos e pararmos de usar psicotrópicos para tudo. Está mais do que claro que a maioria das pessoas que estão tomando psicotrópicos poderiam viver sem estas drogas.
Precisamos pensar mais na qualidade de vida do paciente psiquiátrico.
Triste saber que talvez muitas pessoas estejam tendo surtos POR CAUSA das medicações psiquiátricas que tomam e não saibam disso, já que este é um comércio que visa tanto o lucro que acaba se esquecendo do bem estar do paciente psiquiátrico, que pode se recuperar melhor sem drogas.
Vale lembrar que eu contei neste site PACIENTE PSIQUIÁTRICO como eu fui equivocadamente diagnosticado bipolar e como os psicotrópicos me tiraram o sono e acabaram me levando a uma recaída.
Importante: a retirada da medicação psiquiátrica deve ser feita sob a supervisão de médicos. É um direito seu decidir se quer continuar tomando medicação. É dever do médico acompanhá-lo nesse processo.
6.1.11
Filho mata a mãe (Mais uma vez colocam a culpa na doença mental)
Usuário de crack mata a mãe. Mais uma vez tentam justificar o crime ligando-o a doença mental.
Vídeo super-interessante que todo mundo devia ver. Como o cara diz no vídeo ele matou a mãe é problema dele. Não tem nada a ver com doença mental.
Com todo respeito, vão procurar o que fazer, psiquiatras. Deem uma passada nos CAPS e outros centros de exploração da doença mental.
Parem de tecer teorias. Vão para a realidade. Ajude-nos a fechar os centros de exploração da doença mental em vez disso.
Ou ao menos nos ajudem a parar com a exploração.
No último domingo o Dr. Ronaldo Laranjeira deu uma entrevista para a Marília Gabriela sobre as drogas.
Vídeo super-interessante que todo mundo devia ver. Como o cara diz no vídeo ele matou a mãe é problema dele. Não tem nada a ver com doença mental.
Com todo respeito, vão procurar o que fazer, psiquiatras. Deem uma passada nos CAPS e outros centros de exploração da doença mental.
Parem de tecer teorias. Vão para a realidade. Ajude-nos a fechar os centros de exploração da doença mental em vez disso.
Ou ao menos nos ajudem a parar com a exploração.
No último domingo o Dr. Ronaldo Laranjeira deu uma entrevista para a Marília Gabriela sobre as drogas.
Notícia: Calvície é culpa de falha nas células-tronco do couro cabeludo
Esta é uma notícia importante que vale a pena conferir. Yahoo! Notícias.28.9.10
Travel into future - Viagem ao futuro - É possível? Is it possible?
Em meu delírio, seja real ou não eu falava com um flamenguista do futuro que via a final do Brasileiro de 2010, este ano.
Viajar ao futuro não é possível. Por exemplo, se você chegar à China em menos de um segundo? E se você chegar a China em milésimos de segundo? Um segundo antes de um segundo e voltar em um segundo antes de um segundo? Não vai adiantar nada.
Não haverá muitas mudanças nesses segundos para considerar essa viagem uma viagem ao futuro. E se houver grandes mudanças você estaria fora do presente e fora do futuro. Você estaria fora do tempo e do espaço. Desta forma eu vi Bertrand. Bertrand é o irmão imaginário de Albert Einstein.
Na viagem de Bertrand ao futuro:
Enquanto ele está na viagem ele não participa do PRESENTE.
Que espécie de viagem ao futuro é essa?
Talvez possamos nos comunicar com o futuro, como em meu delírio, em que o flamenguista do futuro me falava da fantástica vitória do Flamengo e da vitória da Dilma como presidente. Gostei da vitória do Flamengo, mas não gostei muito da vitória da Dilma, que significaria a volta do Lula, de uma certa forma.
Viajar ao futuro não é possível. Por exemplo, se você chegar à China em menos de um segundo? E se você chegar a China em milésimos de segundo? Um segundo antes de um segundo e voltar em um segundo antes de um segundo? Não vai adiantar nada.
Não haverá muitas mudanças nesses segundos para considerar essa viagem uma viagem ao futuro. E se houver grandes mudanças você estaria fora do presente e fora do futuro. Você estaria fora do tempo e do espaço. Desta forma eu vi Bertrand. Bertrand é o irmão imaginário de Albert Einstein.
Na viagem de Bertrand ao futuro:
Enquanto ele está na viagem ele não participa do PRESENTE.
Que espécie de viagem ao futuro é essa?
Talvez possamos nos comunicar com o futuro, como em meu delírio, em que o flamenguista do futuro me falava da fantástica vitória do Flamengo e da vitória da Dilma como presidente. Gostei da vitória do Flamengo, mas não gostei muito da vitória da Dilma, que significaria a volta do Lula, de uma certa forma.
12.9.10
Is this a video against sexism? SERÁ QUE ESTE VÍDEO É CONTRA O MACHISMO?
People asked for me to publish it HERE. Here it is. Pay attention to the images hehehehe!!!!
Pessoas de outros países me pediram para publicar aqui. É um vídeo que faz-nos refletir na posição da mulher na sociedade. Só observe as cenas. GENIAL!!!!!!
E me dê sua opinião. O que você acha do vídeo? What do you think of this video?
Pessoas de outros países me pediram para publicar aqui. É um vídeo que faz-nos refletir na posição da mulher na sociedade. Só observe as cenas. GENIAL!!!!!!
E me dê sua opinião. O que você acha do vídeo? What do you think of this video?
13.4.10
Video sobre esquizofrenia (por uma esquizofrenica)
No vídeo abaixo a esquizofrenia é explicada por uma jovem que foi diagnosticada com esquizofrenia.
Esta jovem se chama Ditte e é dinamarquesa. Ela é muito hábil, capacitada e dotada de uma variedade de talentos.
O inglês dela é bem claro e se você tiver um pouco de conhecimento de inglês conseguirá entendê-la sem maiores problemas.
Caso você não entenda eu deixo um pequeno resumo:
Claro que também vale a pena ver o vídeo para poder se perder nestes olhos azuis tão lindos e difíceis de descrever.
Ela começa dizendo que sofre de Schizophrenia simplex (esquizofrenia simples). Aí ela dá os números da esquizofrenia. Schizophrenia is a brain disorder characterized by abnormalities in the perception or expression of reality (Esquizofrenia é um transtorno do cérebro caracterizado por distúrbios (anormalidades) da percepção ou expressão da realidade), 0.4–0.6% of the population is affected (0.4–0.6% da população é afetada).
Ela fala as formas de se "infectar" com esquizofrenia, citando a Wikipédia. Ela menciona que já foi usuária de drogas, mas está "limpa" agora. Aí você pode ver na legenda do vídeo escrito que abuso de drogas pode levar a esquizofrenia. (Drug abuse may be a trigger.)
Ela fala sobre os sintomas da esquizofrenia, como desorganização da fala e do pensamento e chega a falar que apesar de ter sido diagnosticada em 2004 já tinha sintomas de esquizofrenia. Fala também sobre os efeitos colaterais do Rivotril, enfim.
Eu nem concordo com tudo que ela diz, pois infelizmente ela está bem manipulada e é levada pelas ideias de que os chamados portadores de transtornos mentais ficam perigosos, etc.
Mas o que chamou mesmo minha atenção foi quando ela disse "Yes, I am 'BING BING', but that doesn't make me a lunatic. Look, I'm talking to you..." (Sim, eu sou "BING BING" (piroca das ideias), mas isto não faz de mim uma lunática. Veja, eu estou falando com você...)
Esta jovem se chama Ditte e é dinamarquesa. Ela é muito hábil, capacitada e dotada de uma variedade de talentos.
O inglês dela é bem claro e se você tiver um pouco de conhecimento de inglês conseguirá entendê-la sem maiores problemas.
Caso você não entenda eu deixo um pequeno resumo:
Claro que também vale a pena ver o vídeo para poder se perder nestes olhos azuis tão lindos e difíceis de descrever.
Ela começa dizendo que sofre de Schizophrenia simplex (esquizofrenia simples). Aí ela dá os números da esquizofrenia. Schizophrenia is a brain disorder characterized by abnormalities in the perception or expression of reality (Esquizofrenia é um transtorno do cérebro caracterizado por distúrbios (anormalidades) da percepção ou expressão da realidade), 0.4–0.6% of the population is affected (0.4–0.6% da população é afetada).
Ela fala as formas de se "infectar" com esquizofrenia, citando a Wikipédia. Ela menciona que já foi usuária de drogas, mas está "limpa" agora. Aí você pode ver na legenda do vídeo escrito que abuso de drogas pode levar a esquizofrenia. (Drug abuse may be a trigger.)
Ela fala sobre os sintomas da esquizofrenia, como desorganização da fala e do pensamento e chega a falar que apesar de ter sido diagnosticada em 2004 já tinha sintomas de esquizofrenia. Fala também sobre os efeitos colaterais do Rivotril, enfim.
Eu nem concordo com tudo que ela diz, pois infelizmente ela está bem manipulada e é levada pelas ideias de que os chamados portadores de transtornos mentais ficam perigosos, etc.
Mas o que chamou mesmo minha atenção foi quando ela disse "Yes, I am 'BING BING', but that doesn't make me a lunatic. Look, I'm talking to you..." (Sim, eu sou "BING BING" (piroca das ideias), mas isto não faz de mim uma lunática. Veja, eu estou falando com você...)
5.10.09
Pessoas mortas por descaso em hospitais psiquiátricos - Por que isso não aparece em reportagens?
Observando as investidas da Globo no tema saúde mental, a Record não quis ficar atrás e começou a investir também. Já não é de hoje que podemos observar o tema DOENÇA MENTAL sendo abordado nas novelas da Record.
Tenho que admitir que eles tem abordado o tema até melhor que a Globo. (Aqueles que detestam a Record vão ficar paus da vida comigo, assim como aqueles profissionais de saúde mental com escrúpulos duvidosos que transformaram os hospitais psiquiátricos do Rio em set de filmagem.)
Por exemplo, passou na Record uma novela nada séria, e até ridícula, Os Mutantes. A novela era ridícula, mas eles abordaram o tema da depressão com seriedade. Falaram sobre necessidade de tratamento, sobre os sintomas, etc. O que não quer dizer que eu concorde com o que eles falaram da depressão e da psiquiatria.
Apenas acho que eles não banalizaram a coisa. Como a Globo fez, ao mostrar um Tarso agressivo acima do normal da doença mental, dando tiro nas pessoas, e gerando mais estigma!!!!
A atual novela Poder Paralelo também aborda o tema. Também tem uma moça que sofre de depressão.
Além de abordar a temática nas novelas, a Record também tem feito uma série de reportagens sobre a situação dos pacientes psiquiátricos no Brasil. Mas infelizmente a Record é totalmente SENSACIONALISTA nessas reportagens.
Muito mais sensacionalista que as reportagens da Globo e do SBT (que de vez em quando também aborda o tema.)
Infelizmente as três emissoras de TV têm algo em comum: tanto a Globo, quanto a Record e o SBT retratam o paciente psiquiátrico como alguém incapaz de pensar racionalmente, e que só delira, e de vez em quando fala uma coisa racional. (Isso especialmente nas reportagens.)
No Repórter Record eles fizeram questão de mostrar dois pacientes HOMENS se beijando NA BOCA, no que eles chamaram de crise. Francamente, para que mostrar uma coisa constrangedora dessas? Não que seja constrangedor um homem beijar outro na boca, mas a forma que eles narraram a cena foi constrangedora.
Você pode ficar certo que na maioria dessas reportagens os pacientes psiquiátricos fizeram DENÚNCIAS contra psiquiatras, psicólogos e direção das instituições.
Mas infelizmente os repórteres evitam, cortam qualquer denúncia de usuários dos serviços de saúde mental. Quando o SBT foi fazer uma reportagem no CAPS Rubens Corrêa a repórter e o câmeraman presenciaram a diretora chamando um usuário do CAPS de fdp e mandando tomar no c. e, é claro, não publicou nem uma nota sobre isso.
Se o usuário de saúde mental foi xingado, é claro que ele estava errado e mereceu. Pra que lembrar disso? (Eu estou sendo irônico, pô!)
Como a imprensa nos vê dessa forma, fazemos denúncias que não são publicadas. Há casos sérios de mortes covardes, irresponsabilidades de diretores e profissionais de hospitais psiquiátricos que são comentados pelos usuários de saúde mental do Rio de Janeiro. Irregularidades que aconteceram no Instituto Philippe Pinel, no Nise da Silveira, e até no CPRJ.
Eu frequento encontros de usuários de saúde mental e escuto essas queixas o tempo todo. Mas eles iam mostrar usuários falando de mortes acontecidas em hospitais psiquiátricos do Rio de Janeiro na novelinha da Globo? Claro que não!!!!
Iam mostrar essas denúncias nas reportagens? Claro que não!!! Nós somos os agressivos da história. Nós é que matamos, damos tiros nas pessoas... (Estou sendo irônico de novo!!!)
Por isso deixo o cena da excelente novela Caras e Bocas, onde um homossexual, ou ex-homossexual (depende de seu ponto de vista) se apaixona por uma mulher. Não acompanho a novela, mas acho que os dois já devem ter se casado. Meus parabéns a Walcyr Carrasco, pois geralmente a Globo mostra homossexuais que não tem nada ver com nada. (Apesar desse ex-gay ser meio estereotipado. Onde já se viu ex-gay chamar homem de bofe e mulher de perua? E quanta frescura!!!) Parece que quer apenas agradar o movimento gay. (Assim como a novela Caminho das Índias parecia querer agradar os psiquiatras e cia.) Claro que o movimento gay não gostou muito disso. (Veja mais sobre isso na página Walcyr carrasco defende o personagem ex-gay.) Mas fazer o quê? Todos têm o direito de escolher sua sexualidade. É uma pena que alguns grupos queiram IMPOR sexualidade às pessoas, dizendo que quem nasce homossexual morre homossexual.
Movimento gay, com todo respeito e consideração: por esse tipo de comportamento algumas pessoas estão começando a usar o termo heterofobia para descrever quem quer que as pessoas permaneçam gay.
Em tempo: tempos atrás recebi um e-mail de um representante do movimento gay reclamando de algumas das informações que coloquei aqui sobre a perseguição a psicóloga Rozangela Rufino que promove terapia para ajudar quem não quer ser homossexual. Acabei não respondendo ao e-mail dele, não por indelicadeza,já que até apreciei muito o contato que ele fez. É que ele mandou o e-mail para meu MSN, que eu geralmente uso para MENSAGENS INSTANTÂNEAS, e raramente para ver e-mail.
De qualquer forma,apenas copiei a notícia do Yahoo, e realmente não pretendia ofender ninguém em particular. Pessoalmente sempre apreciei o movimento gay, inclusive já participei de reuniões do grupo, apenas acho que ultimamente esse movimento tem estado um pouco radical. Só isso.
E Para terminar gostaria de deixar uma bela piada de "viado". (Desculpe o termo ofensivo). :) Do humorista Espanta! Não é uma piada homófoba, de jeito nenhum, mas não é aconselhável para crianças. (De acordo com nossos padrões morais. Apesar de só conter palavrões.) Quer dizer, a piada usa uns termos que podem ser considerados ofensivos, mas conheço muitos homossexuais que aceitam esses termos sem problema.
Tenho que admitir que eles tem abordado o tema até melhor que a Globo. (Aqueles que detestam a Record vão ficar paus da vida comigo, assim como aqueles profissionais de saúde mental com escrúpulos duvidosos que transformaram os hospitais psiquiátricos do Rio em set de filmagem.)
Por exemplo, passou na Record uma novela nada séria, e até ridícula, Os Mutantes. A novela era ridícula, mas eles abordaram o tema da depressão com seriedade. Falaram sobre necessidade de tratamento, sobre os sintomas, etc. O que não quer dizer que eu concorde com o que eles falaram da depressão e da psiquiatria.
Apenas acho que eles não banalizaram a coisa. Como a Globo fez, ao mostrar um Tarso agressivo acima do normal da doença mental, dando tiro nas pessoas, e gerando mais estigma!!!!
A atual novela Poder Paralelo também aborda o tema. Também tem uma moça que sofre de depressão.
Além de abordar a temática nas novelas, a Record também tem feito uma série de reportagens sobre a situação dos pacientes psiquiátricos no Brasil. Mas infelizmente a Record é totalmente SENSACIONALISTA nessas reportagens.
Muito mais sensacionalista que as reportagens da Globo e do SBT (que de vez em quando também aborda o tema.)
Infelizmente as três emissoras de TV têm algo em comum: tanto a Globo, quanto a Record e o SBT retratam o paciente psiquiátrico como alguém incapaz de pensar racionalmente, e que só delira, e de vez em quando fala uma coisa racional. (Isso especialmente nas reportagens.)
No Repórter Record eles fizeram questão de mostrar dois pacientes HOMENS se beijando NA BOCA, no que eles chamaram de crise. Francamente, para que mostrar uma coisa constrangedora dessas? Não que seja constrangedor um homem beijar outro na boca, mas a forma que eles narraram a cena foi constrangedora.
Você pode ficar certo que na maioria dessas reportagens os pacientes psiquiátricos fizeram DENÚNCIAS contra psiquiatras, psicólogos e direção das instituições.
Mas infelizmente os repórteres evitam, cortam qualquer denúncia de usuários dos serviços de saúde mental. Quando o SBT foi fazer uma reportagem no CAPS Rubens Corrêa a repórter e o câmeraman presenciaram a diretora chamando um usuário do CAPS de fdp e mandando tomar no c. e, é claro, não publicou nem uma nota sobre isso.
Se o usuário de saúde mental foi xingado, é claro que ele estava errado e mereceu. Pra que lembrar disso? (Eu estou sendo irônico, pô!)
Como a imprensa nos vê dessa forma, fazemos denúncias que não são publicadas. Há casos sérios de mortes covardes, irresponsabilidades de diretores e profissionais de hospitais psiquiátricos que são comentados pelos usuários de saúde mental do Rio de Janeiro. Irregularidades que aconteceram no Instituto Philippe Pinel, no Nise da Silveira, e até no CPRJ.
Eu frequento encontros de usuários de saúde mental e escuto essas queixas o tempo todo. Mas eles iam mostrar usuários falando de mortes acontecidas em hospitais psiquiátricos do Rio de Janeiro na novelinha da Globo? Claro que não!!!!
Iam mostrar essas denúncias nas reportagens? Claro que não!!! Nós somos os agressivos da história. Nós é que matamos, damos tiros nas pessoas... (Estou sendo irônico de novo!!!)
Novela: homem homossexual não resiste a mulher
Como já devo ter deixado claro, esse é um blog que apoia a livre escolha da sexualidade, ou seja quem quer ser homossexual, que seja, quem quer ser gay que seja. Mas acredito que quem quer ser heterossexual (depois de ser homossexual) também deve ter sua vontade respeitada, sem preconceito.Por isso deixo o cena da excelente novela Caras e Bocas, onde um homossexual, ou ex-homossexual (depende de seu ponto de vista) se apaixona por uma mulher. Não acompanho a novela, mas acho que os dois já devem ter se casado. Meus parabéns a Walcyr Carrasco, pois geralmente a Globo mostra homossexuais que não tem nada ver com nada. (Apesar desse ex-gay ser meio estereotipado. Onde já se viu ex-gay chamar homem de bofe e mulher de perua? E quanta frescura!!!) Parece que quer apenas agradar o movimento gay. (Assim como a novela Caminho das Índias parecia querer agradar os psiquiatras e cia.) Claro que o movimento gay não gostou muito disso. (Veja mais sobre isso na página Walcyr carrasco defende o personagem ex-gay.) Mas fazer o quê? Todos têm o direito de escolher sua sexualidade. É uma pena que alguns grupos queiram IMPOR sexualidade às pessoas, dizendo que quem nasce homossexual morre homossexual.
Movimento gay, com todo respeito e consideração: por esse tipo de comportamento algumas pessoas estão começando a usar o termo heterofobia para descrever quem quer que as pessoas permaneçam gay.
Em tempo: tempos atrás recebi um e-mail de um representante do movimento gay reclamando de algumas das informações que coloquei aqui sobre a perseguição a psicóloga Rozangela Rufino que promove terapia para ajudar quem não quer ser homossexual. Acabei não respondendo ao e-mail dele, não por indelicadeza,já que até apreciei muito o contato que ele fez. É que ele mandou o e-mail para meu MSN, que eu geralmente uso para MENSAGENS INSTANTÂNEAS, e raramente para ver e-mail.
De qualquer forma,apenas copiei a notícia do Yahoo, e realmente não pretendia ofender ninguém em particular. Pessoalmente sempre apreciei o movimento gay, inclusive já participei de reuniões do grupo, apenas acho que ultimamente esse movimento tem estado um pouco radical. Só isso.
E Para terminar gostaria de deixar uma bela piada de "viado". (Desculpe o termo ofensivo). :) Do humorista Espanta! Não é uma piada homófoba, de jeito nenhum, mas não é aconselhável para crianças. (De acordo com nossos padrões morais. Apesar de só conter palavrões.) Quer dizer, a piada usa uns termos que podem ser considerados ofensivos, mas conheço muitos homossexuais que aceitam esses termos sem problema.
19.5.09
Documentário mostra rotina no hospício
Publiquei este artigo primeiramente no dia 19 de maio de 2009, no mês de comemoração da Luta Antimanicomial. Estou atualizando no dia 07 de março de 2013.
Estou compartilhando um importante documentário que mostra pacientes psiquiátricos praticamente moradores na Colônia Juliano Moreira. A Colônia Juliano Moreira é um hospício onde vários abusos foram feitos contra as pessoas internadas, ou melhor, confinadas.
Todos os abusos são denunciados neste documentário. Colônia Juliano Moreira fica em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. A Colônia Juliano Moreira é chamada de "cidade dos rejeitados". Neste importante documentário, podemos ver imagens raras do Arthur Bispo do Rosário, doente mental que criou um grande acervo artístico. O documentário fala da falta de médicos e de outros terapeutas.
Importante notar que hoje continuam faltando médicos e profissionais em geral; criaram os Centros de Atenção Psicossocial, conhecidos como CAPS. Mas faltam médicos nestes Centros de Atenção Psicossocial. Infelizmente, os CAPS são apenas uma fachada para esconder a situação de abandono dos doentes mentais. Veja os vídeos.
Estou compartilhando um importante documentário que mostra pacientes psiquiátricos praticamente moradores na Colônia Juliano Moreira. A Colônia Juliano Moreira é um hospício onde vários abusos foram feitos contra as pessoas internadas, ou melhor, confinadas.
Todos os abusos são denunciados neste documentário. Colônia Juliano Moreira fica em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. A Colônia Juliano Moreira é chamada de "cidade dos rejeitados". Neste importante documentário, podemos ver imagens raras do Arthur Bispo do Rosário, doente mental que criou um grande acervo artístico. O documentário fala da falta de médicos e de outros terapeutas.
Importante notar que hoje continuam faltando médicos e profissionais em geral; criaram os Centros de Atenção Psicossocial, conhecidos como CAPS. Mas faltam médicos nestes Centros de Atenção Psicossocial. Infelizmente, os CAPS são apenas uma fachada para esconder a situação de abandono dos doentes mentais. Veja os vídeos.
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