A psiquiatria é uma polícia do comportamento. Sua melhor vocação está no zelo dos interesses do Estado. Ciência ela não é, embora pretenda ser. Quem sabe um dia chegue lá. Quanto ao Negócio da psiquiatria, ele é a produção de estereótipos de loucura. Para consumo social. A maioria dos pacientes "tratados" pelos psiquiatras hoje precisa apenas de um assistente social, não de um psiquiatra.
O texto acima foi retirado do site ANTIPSIQUIATRIA. Eu o retirei por concordar totalmente com ele. A maioria dos pacientes psiquiátricos não precisa mais de psiquiatras. Precisam quando estão em crises graves, fora de controle, e precisam ser sedados. Mas para sedar alguém é realmente necessário um psiquiatra? Um enfermeiro não pode fazer isso? E eu diria que não precisam de psicólogos também. Já muitos pacientes psiquiátricos graves precisam sim é de outras formas de atenção, como assistentes sociais e terapeutas ocupacionais. E a implementação de tratamentos na comunidade.
Como é o tratamento na comunidade? É a comunidade participando. O paciente psiquiátrico sendo inserido na comunidade. Participando de cursos com pessoas da comunidade, por exemplo, como o Comitê para Democratização da Informática faz. O assistente social pode defender os direitos do paciente psiquiátrico. Para a defesa dos direitos seria necessário um advogado também. E o terapeuta ocupacional pode tratá-lo, de fato. Você deve estar perguntando: então a psiquiatria e a psicologia não têm serventia para o paciente psiquiátrico? Têm sim. A seguir vou explicar a serventia.
AS CARIMBADAS DA PSIQUIATRIA
Alguns psiquiatras são tão inteligentes e cultos que não conseguem distinguir raciocínio de verborréia. Assim, se os seus assuntos são muito especializados, não converse sobre eles com algum psiquiatra ou você acabará carimbado com um diagnóstico. Um diagnóstico constitui uma "peça de psiquiatria" destinada ao consumo social. É assim que os psiquiatras conseguem clientes, fabricando loucos. O diagnóstico é um freeware da psiquiatria, assim como as diversas aparições de psiquiatras em meios de comunicação social, reportagens diversas sobre "doenças" mentais, etc. Tudo isso constitui a inserção social (marketing) da psiquiatria. Texto do site ANTIPSIQUIATRIA. Lembrando que os psicólogos também vivem carimbando as pessoas. Explico a seguir.FRIEZA E INDIFERENÇA
Eu entrei na sala de minha psicóloga. Já estava internado a alguns meses, mas estava me recuperando. "E aí, como vai?", ela me cumprimentou. Eu disse "tudo bem." E aí ela foi falando "E você conseguiu falar com seu pai?""Meu pai?" Eu respondi assustado, "Meu pai já morreu há anos."
"Mas você tinha dito que seu pai ia morar com você, etc."
"Eu disse isso?" Eu comecei a ficar preocupado. Se eu disse isso eu devia estar em crise. "Quando eu disse isso?" Perguntei a ela. "Semana passada." Ela respondeu. Na semana passada eu podia jurar que eu estava bem. "Caramba, meu pai morreu há anos. Se eu disse isso eu estava em crise."
"Pois é." Ela disse. Depois ela disse "Precisamos ver isso, Samuel."
"Mas meu nome não é Samuel." Caramba, pensei, será que a loucura me fez esquecer meu nome?
"Não é?" Daí ela deu uma olhada nos papéis que ela levava e por fim disse, sem jeito "Ih, troquei os prontuários."
Falar o que sobre isso? É isso que mata a psicologia. Aquela psicóloga sequer conhecia os rostos de seus pacientes. Ela só escrevia coisas no prontuário, e se guiava pelo prontuário. É essa frieza e indiferença que eu tenho visto nos psicólogos. Mas há umas raras exceções. Existem bons psicólogos. Como a doutora Simone Delgado. Mas bons psicólogos são uma raridade. A maioria entrou na profissão por se interessar nos textos de Jung e de outros psicólogos famosos. Não por estarem preocupados com o paciente psiquiátrico. Aí está o erro.
COMO OS PSIQUIATRAS E PSICÓLOGOS PODEM SER ÚTEIS
Como eu havia dito anteriormente, os psicólogos e psiquiatras têm serventia. (Não quero deixá-los deprimidos!) Mas não produzindo estereótipos de loucura, que é o que eles fazem quando tentam diagnosticar transtornos mentais. Uma vez eu estava conversando com uma moça psicóloga, QUE NÃO ERA MINHA PSICÓLOGA, era uma colega de trabalho, e ela virou para mim e disse que eu devia fazer psicoterapia. Interessante que enquanto eu conversava com ela ela me avaliava(talvez sequer estivesse prestando atenção no que eu falava), como se eu fosse simplesmente um objeto de trabalho para ela. Ela me diagnosticou enquanto eu falava com ela. E carimbou na minha testa PRECISA FAZER PSICOTERAPIA.A psiquiatria devia ESTUDAR doenças mentais, e nunca tentar tratar. Pode sim, até AJUDAR no tratamento(deixem o tratamento para os terapeutas ocupacionais), se estudar bem uma doença. Pois a psiquiatria de hoje faz muito pouco, simplesmente por tentar tratar doenças mentais. A única coisa que os psiquiatras têm feito é receitar medicação e diagnosticar. Os psiquiatras sequer pesquisam as medicações, já que quem faz isso são as indústrias farmacêuticas. A psicologia devia estudar a mente, e não fazer a cabeça dos pacientes psiquiátricos em psicoterapias. Ou seja, deviam estudar a cabeça, e não fazer a cabeça. E uma coisa que deve ser evitada é viciar as pessoas em psicoterapia. Isso porque tal vício pode ser considerado uma doença também.
A psiquiatria e a psicologia podem ser úteis para tratar neuroses não graves, que podem ser consideradas doenças mentais leves. A psiquiatria e a psicologia podem ser eficientes quando o paciente psiquiátrico está recuperado da doença mental grave também. Isso porque alguns pacientes vão achar legal um psicólogo. Isso é opção deles. Não é uma necessidade. Outros pacientes quererão tomar medicação para isso ou para aquilo. (Já sem necessidade, pois o controle do paciente pode ser feito de outras formas.) O psiquiatra poderia proceder sempre buscando evitar que as pessoas se viciem nos medicamentos. Eu por exemplo quero a psiquiatria ortomolecular. Acho que vai ser legal para mim. Aí um psiquiatra é útil. Mas para a recuperação de pacientes psiquiátricos graves, psiquiatria e psicologia infelizmente não funcionam.
Nunca li tanta bobagem a respeito de psicologia e psiquiatria.
ResponderExcluir